Para mudar as permissões de um arquivo ou diretório do servidor, você tem que utilizar o comando chmod.
Em geral, qualquer comando de linux ou unix tem uma ajuda, que você pode ver invocando ao comando, seguido com o parâmetro -help. Algo como isto:
chmod --help
Este comando em concreto tem várias sintaxes permitidas. Ente elas, por exemplo, pode utilizar:
chmod [opcoes] modo-em-octal arquivo
As opções podem ser indicadas ou não, segundo queiramos. Opções típicas são:
• -R para que olhe também nos subdiretórios da rota.
• - v para que mostre cada arquivo processado
• - c é como -v, porém só avisa dos arquivos que modifica suas permissões
O modo em octal é um número em base 8 (octal) que especifica a permissão. Os números em octal se especificam começando o número por um 0. Por exemplo, 0777 indica todos as permissões possíveis para todos os tipos de usuário. 0666 indica que se dão permissões de leitura e escritura, porém não de execução. 0766 indica que se dão permissões de leitura e escritura, porém somente tem permissão de execução para os usuários que são donos do arquivo. 0755 indica permissões para leitura e execução, porém escritura só para o usuário que é o dono do arquivo.
Por exemplo:
chmod 0777 arquivo.txt
Atribui todas as permissões ao arquivo arquivo.txt
chmod 0666 *
Atribui permissões de leitura e escritura, não de execução a todos os arquivos e diretórios do diretório onde executamos o comando.
chmod -R 0644 *
Isto dá permissões a todos os arquivos e diretórios do diretório onde se invoca o comando e de todos os diretórios que estão pendurados nele. As permissões atribuídas são de leitura a todos os usuários, de escritura só ao dono do arquivo e de execução a ninguém.
Outro modo de trabalho com chmod
Logo também se podem atribuir permissões de outra maneira, utilizando outra possível sintaxe de chmod, que talvez resulte mais útil se não quisermos tratar com os valores em octal.
chmod [opcoes] modo[,modo]… arquivo
Para isso temos que ter claros os distintos grupos de usuários:
• u: usuário dono do arquivo
• g: grupo de usuários do dono do arquivo
• o: todos os outros usuários
• a: todos os tipos de usuário (dono, grupo e outros)
Também há que saber a letra que abrevia cada tipo de permissão:
• r: se refere às permissões de leitura
• w: se refere às permissões de escritura
• x: se refere às permissões de execução
Exemplos
chmod o=rwx *
Atribui permissões de leitura, escritura e execução para os usuários "outros" a todos os arquivos da pasta.
chmod a=rwx arquivo.txt
Atribui todos as permissões a todos os usuários para o arquivo fichero.txt
chmod go= *
Tira todas as permissões para os usuários do grupo e os outros usuários.
chmod u=rwx,g=rw,o= *
Dá todos as permissões ao dono do arquivo, aos do grupo do dono lhe atribui permissões de leitura e escritura e aos outros usuários lhes tira todas as permissões.
Nota:um espaço depois da vírgula "," nos distintos modos de permissões que se indiquem faz falhar o comando.
chmod a=r *
Dá permissões unicamente de leitura a todos os tipos de usuário.
De um modo parecido ao que acabamos de ver, também se podem adicionar ou tirar permissões com os operadores + e -. Para isso, se indica o tipo de usuário e a permissão que se resta ou adiciona. Algo como isto:
chmod a-wrx *
Isto tira todos as permissões a todos os tipos de usuário.
chmod a+r,gu+w *
Este comando atribui permissões de leitura a todos os usuários e permissões de escritura ao dono do arquivo e o grupo do dono.
chmod u=w,a+r *
Este comando atribui permissões de escritura ao usuário dono e adiciona a todos os usuários permissão de leitura.
As 7 Camadas do Modelo OSI
Esse é modelo de 7 camadas ISO/OSI. Ainda não havia citado, mas ISO corresponde á International Organization for Standardization, ou Organização Internacional para Padronização, e OSI corresponde á Open System Interconection, ou Sistema de Interconexão aberto. Podemos fazer uma analogia com os Processos, ou POP (Procedimento Operacional Padrão) como conheço, que a ISO exige das empresas no processo de obtenção do ISO 9001 por exemplo. A idéia é a mesma, "padronizar" para organizar e agilizar os processos.
Como citei na figura, é interessante notar que a ordem numérica das camadas é decrescente, ou seja, o processo começa na camada física, onde os sinais elétricos são convertidos em zeros e uns, e termina na camada de aplicação, onde atuam protocolos como o FTP por exemplo (File Tranfer Protocol), protocolo para troca de arquivos.
Outra coisa interessante, é qual a PDU (Protocol Data Unit, ou Protocolo de Unidade de Dados) cada camada em específico trata. Vou descrever após a breve explicação da camada seqüente, qual a PDU correspondente. Após explicar a camada, vou citar sua PDU.
A maioria das literaturas cita o modelo a partir da camada de Aplicação, mas pessoalmente acho mais lógico iniciar pela camada Física, onde é iniciado o processo, imaginando que os dados estão chegando, e não indo.
Obs.: É de extrema importância ressaltar que a camada superior só entende os dados porque a camada inferior os formata para um formato comum, inteligível para as duas atuantes no processo, como mostrado a seguir.
Camada Física
Como citei o anteriormente, é onde se inicia o todo processo. O sinal que vem do meio (Cabos UTP por exemplo), chega à camada física em formato de sinais elétricos e se transforma em bits (0 e 1). Como no cabo navega apenas sinais elétricos de baixa freqüência, a camada física identifica como 0 sinal elétrico com –5 volts e 1 como sinal elétrico com +5 volts.
A camada física trata coisas tipo distância máxima dos cabos (por exemplo no caso do UTP onde são 90m), conectores físicos (tipo BNC do coaxial ou RJ45 do UTP), pulsos elétricos (no caso de cabo metálico) ou pulsos de luz (no caso da fibra ótica), etc. Resumindo, ela recebe os dados e começa o processo, ou insere os dados finalizando o processo, de acordo com a ordem. Podemos associa-la a cabos e conectores. Exemplo de alguns dispositivos que atuam na camada física são os Hubs, tranceivers, cabos, etc. Sua PDU são os BITS.
Camada de Enlace
Após a camada física ter formatado os dados de maneira que a camada de enlace os entenda, inicia-se a segunda parte do processo. Um aspecto interessante é que a camada de enlace já entende um endereço, o endereço físico (MAC Address – Media Access Control ou Controle de acesso a mídia) – a partir daqui sempre que eu me referir a endereço físico estou me referindo ao MAC "Address". Sem querer sair do escopo da camada, acho necessária uma breve idéia a respeito do MAC. MAC address é um endereço Hexadecimal de 48 bits, tipo FF-C6-00-A2-05-D8. Na próxima parte do processo, quando o dado é enviado à camada de rede esse endereço vira endereço IP.
Uma curiosidade, é que o MAC address possui a seguinte composição:
Camada de Rede
Pensando em WAN, é a camada que mais atua no processo. A camada 3 é responsável pelo tráfego no processo de internetworking. A partir de dispositivos como roteadores, ela decide qual o melhor caminho para os dados no processo, bem como estabelecimento das rotas. A camada 3 já entende o endereço físico, que o converte para endereço lógico (o endereço IP). Exemplo de protocolos de endereçamento lógico são o IP e o IPX. A partir daí, a PDU da camada de enlace, o quadro, se transforma em unidade de dado de camada 3. Exemplo de dispositivo atuante nessa camada é o Roteador, que sem dúvida é o principal agente no processo de internetworking, pois este determina as melhores rotas baseados no seus critérios, endereça os dados pelas redes, e gerencia suas tabelas de roteamento. A PDU da camada 3 é o PACOTE.
Camada de transporte
A camada de transporte é responsável pela qualidade na entrega/recebimento dos dados. Após os dados já endereçados virem da camada 3, é hora de começar o transporte dos mesmos. A camada 4 gerencia esse processo, para assegurar de maneira confiável o sucesso no transporte dos dados, por exemplo, um serviço bastante interessante que atua de forma interativa nessa camada é o Q.O.S ou Quality of Service (Qualidade de Serviço), que é um assunto bastante importante é fundamental no processo de internetworking, e mais adiante vou aborda-lo de maneira bem detalhada. Então, após os pacotes virem da camada de rede, já com seus "remetentes/destinatários", é hora de entrega-los, como se as cartas tivessem acabados de sair do correio (camada 3), e o carteiro fosse as transportar (camada 4). Junto dos protocolos de endereçamento (IP e IPX), agora entram os protocolos de transporte (por exemplo, o TCP e o SPX). A PDU da camada 4 é o SEGMENTO.
Camada de sessão
Após a recepção dos bits, a obtenção do endereço, e a definição de um caminho para o transporte, se inicia então a sessão responsável pelo processo da troca de dados/comunicação. A camada 5 é responsável por iniciar, gerenciar e terminar a conexão entre hosts. Para obter êxito no processo de comunicação, a camada de seção têm que se preocupar com a sincronização entre hosts, para que a sessão aberta entre eles se mantenha funcionando. Exemplo de dispositivos, ou mais especificamente, aplicativos que atuam na camada de sessão é o ICQ, ou o MIRC. A partir daí, a camada de sessão e as camadas superiores vão tratar como PDU os DADOS.
Camada de Apresentação
A camada 6 atua como intermediaria no processo frente às suas camadas adjacentes. Ela cuida da formatação dos dados, e da representação destes, e ela é a camada responsável por fazer com que duas redes diferentes (por exemplo, uma TCP/IP e outra IPX/SPX) se comuniquem, "traduzindo" os dados no processo de comunicação. Alguns dispositivos atuantes na camada de Apresentação são o Gateway, ou os Traceivers, sendo que o Gateway no caso faria a ponte entre as redes traduzindo diferentes protocolos, e o Tranceiver traduz sinais por exemplo de cabo UTP em sinais que um cabo Coaxial entenda.
Camada de Aplicação
A camada de aplicação e a que mais notamos no dia a dia, pois interagimos direto com ela através de softwares como cliente de correio, programas de mensagens instantâneas, etc. Do ponto de vista do conceito, na minha opinião a camada 7 e basicamente a interface direta para inserção/recepção de dados. Nela é que atuam o DNS, o Telnet, o FTP, etc. E ela pode tanto iniciar quanto finalizar o processo, pois como a camada física, se encontra em um dos extremos do modelo!
Como citei na figura, é interessante notar que a ordem numérica das camadas é decrescente, ou seja, o processo começa na camada física, onde os sinais elétricos são convertidos em zeros e uns, e termina na camada de aplicação, onde atuam protocolos como o FTP por exemplo (File Tranfer Protocol), protocolo para troca de arquivos.
Outra coisa interessante, é qual a PDU (Protocol Data Unit, ou Protocolo de Unidade de Dados) cada camada em específico trata. Vou descrever após a breve explicação da camada seqüente, qual a PDU correspondente. Após explicar a camada, vou citar sua PDU.
A maioria das literaturas cita o modelo a partir da camada de Aplicação, mas pessoalmente acho mais lógico iniciar pela camada Física, onde é iniciado o processo, imaginando que os dados estão chegando, e não indo.
Obs.: É de extrema importância ressaltar que a camada superior só entende os dados porque a camada inferior os formata para um formato comum, inteligível para as duas atuantes no processo, como mostrado a seguir.
Camada Física
Como citei o anteriormente, é onde se inicia o todo processo. O sinal que vem do meio (Cabos UTP por exemplo), chega à camada física em formato de sinais elétricos e se transforma em bits (0 e 1). Como no cabo navega apenas sinais elétricos de baixa freqüência, a camada física identifica como 0 sinal elétrico com –5 volts e 1 como sinal elétrico com +5 volts.
A camada física trata coisas tipo distância máxima dos cabos (por exemplo no caso do UTP onde são 90m), conectores físicos (tipo BNC do coaxial ou RJ45 do UTP), pulsos elétricos (no caso de cabo metálico) ou pulsos de luz (no caso da fibra ótica), etc. Resumindo, ela recebe os dados e começa o processo, ou insere os dados finalizando o processo, de acordo com a ordem. Podemos associa-la a cabos e conectores. Exemplo de alguns dispositivos que atuam na camada física são os Hubs, tranceivers, cabos, etc. Sua PDU são os BITS.
Camada de Enlace
Após a camada física ter formatado os dados de maneira que a camada de enlace os entenda, inicia-se a segunda parte do processo. Um aspecto interessante é que a camada de enlace já entende um endereço, o endereço físico (MAC Address – Media Access Control ou Controle de acesso a mídia) – a partir daqui sempre que eu me referir a endereço físico estou me referindo ao MAC "Address". Sem querer sair do escopo da camada, acho necessária uma breve idéia a respeito do MAC. MAC address é um endereço Hexadecimal de 48 bits, tipo FF-C6-00-A2-05-D8. Na próxima parte do processo, quando o dado é enviado à camada de rede esse endereço vira endereço IP.
Uma curiosidade, é que o MAC address possui a seguinte composição:
A camada e enlace trata as topologias de rede, dispositivos como Switche, placa de rede, interfaces, etc., e é responsável por todo o processo de switching. Após o recebimento dos bits, ela os converte de maneira inteligível, os transforma em unidade de dado, subtrai o endereço físico e encaminha para a camada de rede que continua o processo. Sua PDU é o QUADRO.
Camada de Rede
Pensando em WAN, é a camada que mais atua no processo. A camada 3 é responsável pelo tráfego no processo de internetworking. A partir de dispositivos como roteadores, ela decide qual o melhor caminho para os dados no processo, bem como estabelecimento das rotas. A camada 3 já entende o endereço físico, que o converte para endereço lógico (o endereço IP). Exemplo de protocolos de endereçamento lógico são o IP e o IPX. A partir daí, a PDU da camada de enlace, o quadro, se transforma em unidade de dado de camada 3. Exemplo de dispositivo atuante nessa camada é o Roteador, que sem dúvida é o principal agente no processo de internetworking, pois este determina as melhores rotas baseados no seus critérios, endereça os dados pelas redes, e gerencia suas tabelas de roteamento. A PDU da camada 3 é o PACOTE.
Camada de transporte
A camada de transporte é responsável pela qualidade na entrega/recebimento dos dados. Após os dados já endereçados virem da camada 3, é hora de começar o transporte dos mesmos. A camada 4 gerencia esse processo, para assegurar de maneira confiável o sucesso no transporte dos dados, por exemplo, um serviço bastante interessante que atua de forma interativa nessa camada é o Q.O.S ou Quality of Service (Qualidade de Serviço), que é um assunto bastante importante é fundamental no processo de internetworking, e mais adiante vou aborda-lo de maneira bem detalhada. Então, após os pacotes virem da camada de rede, já com seus "remetentes/destinatários", é hora de entrega-los, como se as cartas tivessem acabados de sair do correio (camada 3), e o carteiro fosse as transportar (camada 4). Junto dos protocolos de endereçamento (IP e IPX), agora entram os protocolos de transporte (por exemplo, o TCP e o SPX). A PDU da camada 4 é o SEGMENTO.
Camada de sessão
Após a recepção dos bits, a obtenção do endereço, e a definição de um caminho para o transporte, se inicia então a sessão responsável pelo processo da troca de dados/comunicação. A camada 5 é responsável por iniciar, gerenciar e terminar a conexão entre hosts. Para obter êxito no processo de comunicação, a camada de seção têm que se preocupar com a sincronização entre hosts, para que a sessão aberta entre eles se mantenha funcionando. Exemplo de dispositivos, ou mais especificamente, aplicativos que atuam na camada de sessão é o ICQ, ou o MIRC. A partir daí, a camada de sessão e as camadas superiores vão tratar como PDU os DADOS.
Camada de Apresentação
A camada 6 atua como intermediaria no processo frente às suas camadas adjacentes. Ela cuida da formatação dos dados, e da representação destes, e ela é a camada responsável por fazer com que duas redes diferentes (por exemplo, uma TCP/IP e outra IPX/SPX) se comuniquem, "traduzindo" os dados no processo de comunicação. Alguns dispositivos atuantes na camada de Apresentação são o Gateway, ou os Traceivers, sendo que o Gateway no caso faria a ponte entre as redes traduzindo diferentes protocolos, e o Tranceiver traduz sinais por exemplo de cabo UTP em sinais que um cabo Coaxial entenda.
Camada de Aplicação
A camada de aplicação e a que mais notamos no dia a dia, pois interagimos direto com ela através de softwares como cliente de correio, programas de mensagens instantâneas, etc. Do ponto de vista do conceito, na minha opinião a camada 7 e basicamente a interface direta para inserção/recepção de dados. Nela é que atuam o DNS, o Telnet, o FTP, etc. E ela pode tanto iniciar quanto finalizar o processo, pois como a camada física, se encontra em um dos extremos do modelo!
Instalando e Configurando o Arpwatch no Fedora
Introdução
Arpwatch é uma ferramenta que monitora a atividade em uma rede ethernet, mantendo atualizada uma tabela com endereços ethernet (MAC) e seus respectivos endereços IP. Essa ferramenta tem a capacidade de reportar via email certas mudanças.
O Arpwatch é uma ferramenta importante na monitoração da rede contra ataques de Arp Poisoning ou Arp Spoofing usados para realizar ataques mais sofisticados como Man-in-the-Middle(MITM).
Instalação
Tomando-se como base a distribuição Fedora, para a instalação do arpwatch basta executar o comando abaixo:
[root@testes rodrigo]# yum install arpwatch
OBS: Será necessário a instalação da libpcap. Aconselho fazer as atualizações necessárias em Sistema > Administação > Adicionar/remover programas e localizar o pacote e o libpcap já estará instalado.
Configuração
O arquivo de configuração está localizado em /etc/sysconfig/arpwatch. Sua base de dados é armazenada em /var/arpwatch. Neste diretório estão os arquivos arp.dat, que é a base de dados propriamente dita e o ethercodes.dat, que possui o bloco de endereços MAC atribuídos aos fabricantes.
DICA: Você deve criar dentro de /var/arpwatch os arquivos: arp.dat e ethercodes.dat nesta criação pode ser usado o “touch” para criar um arquivo em branco ou dar privilégios a pasta arpwatch de criação do arquivo e criá-los via cursor do mouse ou teclado.
Abaixo vemos a configuração padrão do arpwatch:
# -u : defines with what user id arpwatch should run
# 1. -e : the where to send the reports
# 2. -s : the -address
OPTIONS="-u pcap -e root -s 'root (Arpwatch)'"
Vamos configurá-lo para que envie as mensagens para o nosso e-mail, altere a linha de forma que semelhante como a linha abaixo:
OPTIONS="-u pcap ou nome_do_usuário_com_privilégios_de_acesso_ao_arpwatch -e usuario@dominio.com.br -s 'root (Arpwatch Servidor De Teste Rede 192.168.0.0/24)'"
OBS: Para que esta configurar a edição acima recomendo do editor “vi”:
Algumas opções possíveis são:
-d: Utilizada para debugging. Essa opção inibe o envio de relatórios via email. Eles são enviados para a saída de erro padrão (stderr);
-f: Informa qual o arquivo da base de dados deve ser usado. O valor padrão é arp.dat;
-i: Usada para sobrescrever a interface padrão;
-n: Especifica redes locais adicionais. É útil se na mesma rede física, estiver rodando mais de um endereçamento de rede;
-u: define qual usuário executará o arpwatch. Rodá-lo com um usuário diferente de root é extremamente recomendado para melhorar a segurança;
-e: Envia mensagens de e-mail para o endereço especificado. O padrão é para o usuário root. Se apenas o caractere '-' for definido, o envio de alertas via e-mail será suspenso, no entanto, o logging via syslog continuará ativo (Útil quando for executado pela primeira vez na rede, evita o recebimento de muitas mensagens);
-s: Envia mensagens de email com endereço de retorno, ao contrário do valor padrão do root.
OBS: Antes de ser rodado pela primeira vez é necessário que o arquivo da base de dados exista (em branco) e que o usuário especificado em -u seja o dono do diretório /var/arpwatch.
Vamos colocá-lo para iniciar no boot:
[root@teste sysconfig]# /sbin/chkconfig --level 2345 arpwatch on
OBS: lembre-se de acessar a pasta /etc/sysconfig com privilégios root e depois dar o comando acima.
Iniciando o arpwatch:
[root@teste sysconfig]# /etc/init.d/arpwatch start
OBS: lembre-se de acessar a pasta /etc/sysconfig com privilégios root e depois dar o comando acima.
Através do comandos abaixo, confirma-se que o arpwatch já está sendo executado:
[root@teste log]# tail -f messages
OBS: lembre-se de acessar a pasta /var/log com privilégios root e depois dar o comando acima, pois dentro do diretório log esta a arquivo “messages”.
Jan 4 10:41:04 vpn01 arpwatch: new station 192.168.0.222 0:10:c6:b9:69:2b
Jan 4 10:41:14 vpn01 arpwatch: new station 192.168.0.176 0:d:f4:3:2:d8
Jan 4 10:41:20 vpn01 arpwatch: new station 192.168.0.224 0:11:25:8a:87:9b
Exemplo de alerta
Ex1:
Subject: new station
hostname:
ip address: 192.168.0.185
ethernet address: 0:d:f4:3:3:1e
ethernet vendor: Watertek Co.
timestamp: Friday, January 4, 2008 10:40:44 -0300
Ex2:
Subject: new station
hostname:
ip address: 192.168.0.245
ethernet address: 0:30:a:5b:73:24
ethernet vendor: AZTECH SYSTEMS LTD.
timestamp: Friday, January 4, 2008 10:40:56 -0300
Entendendo as mensagens
new activity
Esse par de endereço MAC e endereço IP já foi utilizado a seis meses ou mais.
new station
Esse endereço ethernet (MAC) nunca foi visto antes.
flip flop
O endereço ethernet foi foi alterado do primeiro mais recente para o segundo mas recente.
changed ethernet address
O Host mudou para um novo endereço ethernet (MAC)
Testando
A forma de testarmos é rodarmos um ataque de arp spoofing em nossa própria rede. Para o teste, foi utilizado o aplicativo ettercap.
Os seguintes hosts foram utilizados:
Endereço IP Endereço MAC Descrição
192.168.0.224 00:11:25:8A:87:9B Host do Atacante
192.168.0.3 00:10:C6:B9:68:F5 Gateway da rede, host a ser realizado o spoof
Após o inicio do ataque, foram recebidos os seguintes alertas:
MSG1: Arpwatch detecta a mudança do PAR MAC/IP
Subject: changed ethernet address
hostname:
ip address: 192.168.0.3
ethernet address: 0:11:25:8a:87:9b
ethernet vendor: IBM Corporation
old ethernet address: 0:10:c6:b9:68:f5
old ethernet vendor: USI
timestamp: Friday, January 4, 2008 11:16:06 -0300
previous timestamp: Friday, January 4, 2008 11:16:06 -0300
delta: 0 seconds
MSG2:Arpwatch detecta que o par está oscilando, característica do ataque de arp spoofing. Ele recebe pacotes ARP do com o MAC correto e em seguida, vários outros como MAC errado.
Subject: flip flop
hostname:
ip address: 192.168.0.3
ethernet address: 0:10:c6:b9:68:f5
ethernet vendor: USI
old ethernet address: 0:11:25:8a:87:9b
old ethernet vendor: IBM Corporation
timestamp: Friday, January 4, 2008 11:16:22 -0300
previous timestamp: Friday, January 4, 2008 11:16:21 -0300
delta: 1 second
MSG3: Arpwatch detecta que o par está oscilando, característica do ataque de arp spoofing. Ele recebe pacotes ARP do com o MAC correto e em seguida, vários outros como MAC errado.
Subject:flip flop
name:
ip address: 192.168.0.3
ethernet address: 0:11:25:8a:87:9b
ethernet vendor: IBM Corporation
old ethernet address: 0:10:c6:b9:68:f5
old ethernet vendor: USI
timestamp: Friday, January 4, 2008 11:16:31 -0300
previous timestamp: Friday, January 4, 2008 11:16:22 -0300
delta: 9 seconds
Este material foi adaptado de acordo com as dificuldades a qual tive na realização de uns teste, na curiosidade de descobrir o real funcionamento desta ferramento citada em uma aula da minha pós em redes, espero ter ajuda alguém, vale salientar que um pouco de conhecimento em Linux ajuda muito.
Arpwatch é uma ferramenta que monitora a atividade em uma rede ethernet, mantendo atualizada uma tabela com endereços ethernet (MAC) e seus respectivos endereços IP. Essa ferramenta tem a capacidade de reportar via email certas mudanças.
O Arpwatch é uma ferramenta importante na monitoração da rede contra ataques de Arp Poisoning ou Arp Spoofing usados para realizar ataques mais sofisticados como Man-in-the-Middle(MITM).
Instalação
Tomando-se como base a distribuição Fedora, para a instalação do arpwatch basta executar o comando abaixo:
[root@testes rodrigo]# yum install arpwatch
OBS: Será necessário a instalação da libpcap. Aconselho fazer as atualizações necessárias em Sistema > Administação > Adicionar/remover programas e localizar o pacote e o libpcap já estará instalado.
Configuração
O arquivo de configuração está localizado em /etc/sysconfig/arpwatch. Sua base de dados é armazenada em /var/arpwatch. Neste diretório estão os arquivos arp.dat, que é a base de dados propriamente dita e o ethercodes.dat, que possui o bloco de endereços MAC atribuídos aos fabricantes.
DICA: Você deve criar dentro de /var/arpwatch os arquivos: arp.dat e ethercodes.dat nesta criação pode ser usado o “touch” para criar um arquivo em branco ou dar privilégios a pasta arpwatch de criação do arquivo e criá-los via cursor do mouse ou teclado.
Abaixo vemos a configuração padrão do arpwatch:
# -u : defines with what user id arpwatch should run
# 1. -e : the where to send the reports
# 2. -s : the -address
OPTIONS="-u pcap -e root -s 'root (Arpwatch)'"
Vamos configurá-lo para que envie as mensagens para o nosso e-mail, altere a linha de forma que semelhante como a linha abaixo:
OPTIONS="-u pcap ou nome_do_usuário_com_privilégios_de_acesso_ao_arpwatch -e usuario@dominio.com.br -s 'root (Arpwatch Servidor De Teste Rede 192.168.0.0/24)'"
OBS: Para que esta configurar a edição acima recomendo do editor “vi”:
Algumas opções possíveis são:
-d: Utilizada para debugging. Essa opção inibe o envio de relatórios via email. Eles são enviados para a saída de erro padrão (stderr);
-f: Informa qual o arquivo da base de dados deve ser usado. O valor padrão é arp.dat;
-i: Usada para sobrescrever a interface padrão;
-n: Especifica redes locais adicionais. É útil se na mesma rede física, estiver rodando mais de um endereçamento de rede;
-u: define qual usuário executará o arpwatch. Rodá-lo com um usuário diferente de root é extremamente recomendado para melhorar a segurança;
-e: Envia mensagens de e-mail para o endereço especificado. O padrão é para o usuário root. Se apenas o caractere '-' for definido, o envio de alertas via e-mail será suspenso, no entanto, o logging via syslog continuará ativo (Útil quando for executado pela primeira vez na rede, evita o recebimento de muitas mensagens);
-s: Envia mensagens de email com endereço de retorno, ao contrário do valor padrão do root.
OBS: Antes de ser rodado pela primeira vez é necessário que o arquivo da base de dados exista (em branco) e que o usuário especificado em -u seja o dono do diretório /var/arpwatch.
Vamos colocá-lo para iniciar no boot:
[root@teste sysconfig]# /sbin/chkconfig --level 2345 arpwatch on
OBS: lembre-se de acessar a pasta /etc/sysconfig com privilégios root e depois dar o comando acima.
Iniciando o arpwatch:
[root@teste sysconfig]# /etc/init.d/arpwatch start
OBS: lembre-se de acessar a pasta /etc/sysconfig com privilégios root e depois dar o comando acima.
Através do comandos abaixo, confirma-se que o arpwatch já está sendo executado:
[root@teste log]# tail -f messages
OBS: lembre-se de acessar a pasta /var/log com privilégios root e depois dar o comando acima, pois dentro do diretório log esta a arquivo “messages”.
Jan 4 10:41:04 vpn01 arpwatch: new station 192.168.0.222 0:10:c6:b9:69:2b
Jan 4 10:41:14 vpn01 arpwatch: new station 192.168.0.176 0:d:f4:3:2:d8
Jan 4 10:41:20 vpn01 arpwatch: new station 192.168.0.224 0:11:25:8a:87:9b
Exemplo de alerta
Ex1:
Subject: new station
hostname:
ip address: 192.168.0.185
ethernet address: 0:d:f4:3:3:1e
ethernet vendor: Watertek Co.
timestamp: Friday, January 4, 2008 10:40:44 -0300
Ex2:
Subject: new station
hostname:
ip address: 192.168.0.245
ethernet address: 0:30:a:5b:73:24
ethernet vendor: AZTECH SYSTEMS LTD.
timestamp: Friday, January 4, 2008 10:40:56 -0300
Entendendo as mensagens
new activity
Esse par de endereço MAC e endereço IP já foi utilizado a seis meses ou mais.
new station
Esse endereço ethernet (MAC) nunca foi visto antes.
flip flop
O endereço ethernet foi foi alterado do primeiro mais recente para o segundo mas recente.
changed ethernet address
O Host mudou para um novo endereço ethernet (MAC)
Testando
A forma de testarmos é rodarmos um ataque de arp spoofing em nossa própria rede. Para o teste, foi utilizado o aplicativo ettercap.
Os seguintes hosts foram utilizados:
Endereço IP Endereço MAC Descrição
192.168.0.224 00:11:25:8A:87:9B Host do Atacante
192.168.0.3 00:10:C6:B9:68:F5 Gateway da rede, host a ser realizado o spoof
Após o inicio do ataque, foram recebidos os seguintes alertas:
MSG1: Arpwatch detecta a mudança do PAR MAC/IP
Subject: changed ethernet address
hostname:
ip address: 192.168.0.3
ethernet address: 0:11:25:8a:87:9b
ethernet vendor: IBM Corporation
old ethernet address: 0:10:c6:b9:68:f5
old ethernet vendor: USI
timestamp: Friday, January 4, 2008 11:16:06 -0300
previous timestamp: Friday, January 4, 2008 11:16:06 -0300
delta: 0 seconds
MSG2:Arpwatch detecta que o par está oscilando, característica do ataque de arp spoofing. Ele recebe pacotes ARP do com o MAC correto e em seguida, vários outros como MAC errado.
Subject: flip flop
hostname:
ip address: 192.168.0.3
ethernet address: 0:10:c6:b9:68:f5
ethernet vendor: USI
old ethernet address: 0:11:25:8a:87:9b
old ethernet vendor: IBM Corporation
timestamp: Friday, January 4, 2008 11:16:22 -0300
previous timestamp: Friday, January 4, 2008 11:16:21 -0300
delta: 1 second
MSG3: Arpwatch detecta que o par está oscilando, característica do ataque de arp spoofing. Ele recebe pacotes ARP do com o MAC correto e em seguida, vários outros como MAC errado.
Subject:flip flop
name:
ip address: 192.168.0.3
ethernet address: 0:11:25:8a:87:9b
ethernet vendor: IBM Corporation
old ethernet address: 0:10:c6:b9:68:f5
old ethernet vendor: USI
timestamp: Friday, January 4, 2008 11:16:31 -0300
previous timestamp: Friday, January 4, 2008 11:16:22 -0300
delta: 9 seconds
Este material foi adaptado de acordo com as dificuldades a qual tive na realização de uns teste, na curiosidade de descobrir o real funcionamento desta ferramento citada em uma aula da minha pós em redes, espero ter ajuda alguém, vale salientar que um pouco de conhecimento em Linux ajuda muito.
Como funciona o sistema GPS ?
O Sistema de Posicionamento Global (GPS) é um sistema de navegação baseado em satélite, composto de uma rede de 24 satélites colocada em órbita pelo Departamento Norte-Americano de Defesa.
O GPS foi originalmente planejado para aplicações militares, mas nos anos oitenta, o governo fez o sistema disponível para uso civil. GPS trabalha em qualquer condição de tempo, em qualquer lugar no mundo, 24 horas por dia, e não é cobrada nenhuma taxa para sua utilização.
Essencialmente, o receptor de GPS compara o tempo em que um sinal foi transmitido por um satélite, com o tempo que foi recebido. A diferença de tempo é transmitida para o receptor de GPS, o quão longe o satélite está.
a) Qual o referencial utilizado?
São utilizados referenciais situados fora do planeta
b) Quais as coordenadas?
Latitude e longitude
c) Onde fica a origem das coordenadas?
A 0º de latitude (equador) e 0º longitude (Greenwich)
d) Qual o numero mínimo de satélites que devem estar "visíveis" no horizonte local? Por quê?
Três satélites, para que seja feita uma triangulação (três retas definem um ponto) com o tempo de resposta dos sinais, possibilitando calcular uma posição 2D (latitude e longitude) e movimento de rastro.
Conhecendo a tecnologia USB 3.0
Após 15 anos do lançamento da USB 1.0, a tecnologia avançou bastante e a necessidade por conexões mais rápidas foi surgindo, dando assim inicio ao tão conhecido e usado USB 2.0. Mas os tempos mudaram, e na época dos vídeos de alta definição, arquivos exageradamente grandes e o crescimento da capacidade de armazenamento dos dispositivos portáteis fez com que aumentasse vertiginosamente a “sede” por velocidade, surgindo assim a mais nova versão da USB, a SuperSpeed ou se preferir, apenas USB 3.0. Entenda o que muda em relação à segunda versão!
Até pouco tempo atrás a 2ª versão das portas USB já eram o bastante para transferência de dados entre o pc e dispositivos portáteis. Porém hoje os míseros (e teóricos) 480Mbps já não dão mais conta de transferir arquivos grandes, fazendo com que o usuário perca um tempo relativamente alto apenas esperando a transferência de seus arquivos. Porém com a 3ª versão das portas USB a transferência ocorrerá de forma rápida e eficaz, abrindo um leque de possibilidades para os usuários, graças aos incríveis (e também teóricos) 4.8Gbps, cerca de 10 vezes mais rápido que a versão atual.
Como é possível uma coisas dessas?
As conexões USB de hoje possuem somente quatro fios, porém somente dois deles trocam dados entre o pc, ou seja, o baixo número de cabos faz com que os dados sejam enviados em somente uma direção, ou seja, ou os dados saem do computador, ou eles entram no computador, nunca os dois ao mesmo tempo.
A nova versão possui 8 fios, dos quais 6 fazem a troca de dados. Além de ter o triplo de fios encarregados de fazer a troca de dados, eles podem fazer tanto a ida quanto a volta ao mesmo tempo, ou seja, os dados podem entrar e sair ao mesmo tempo, aumentando consideravelmente a velocidade numa transferência de grande porte. Outra melhoria que irá ser útil tanto para as transferências quanto para carregar dispositivos portáteis, é o aumento da corrente elétrica. Segundo o site Gizmodo, será possível transferir 25 GB em apenas 70 segundos!
Já tem algum dispositivo no mercado?
Atualmente existe uma placa mãe da ASUS que tem suporte nativo ao USB 3.0. Em contrapartida, não há dispositivos portáteis que usem a tecnologia, ou seja, de nada adianta ter uma placa dessas se não vou poder usar a conexão, pelo menos por enquanto. Mas teremos os primeiros dispositivos em breve, pois começou há pouco tempo a produção dos novos USB 3.0.
Quais Sistemas Operacionais irão ter suporte à 3ª versão?
Suporte garantido terão o Windows 7, Linux e Mac OS X e não se sabe o que vai ser dos outros sistemas quanto ao suporte. Há quem diga que o XPzão não terá suporte, como também há quem diga que ele terá. Essa resposta só o tempo irá responder… Provavelmente o Windows Vista terá suporte, porém não há nada garantido
Até pouco tempo atrás a 2ª versão das portas USB já eram o bastante para transferência de dados entre o pc e dispositivos portáteis. Porém hoje os míseros (e teóricos) 480Mbps já não dão mais conta de transferir arquivos grandes, fazendo com que o usuário perca um tempo relativamente alto apenas esperando a transferência de seus arquivos. Porém com a 3ª versão das portas USB a transferência ocorrerá de forma rápida e eficaz, abrindo um leque de possibilidades para os usuários, graças aos incríveis (e também teóricos) 4.8Gbps, cerca de 10 vezes mais rápido que a versão atual.
Como é possível uma coisas dessas?
As conexões USB de hoje possuem somente quatro fios, porém somente dois deles trocam dados entre o pc, ou seja, o baixo número de cabos faz com que os dados sejam enviados em somente uma direção, ou seja, ou os dados saem do computador, ou eles entram no computador, nunca os dois ao mesmo tempo.
A nova versão possui 8 fios, dos quais 6 fazem a troca de dados. Além de ter o triplo de fios encarregados de fazer a troca de dados, eles podem fazer tanto a ida quanto a volta ao mesmo tempo, ou seja, os dados podem entrar e sair ao mesmo tempo, aumentando consideravelmente a velocidade numa transferência de grande porte. Outra melhoria que irá ser útil tanto para as transferências quanto para carregar dispositivos portáteis, é o aumento da corrente elétrica. Segundo o site Gizmodo, será possível transferir 25 GB em apenas 70 segundos!
Já tem algum dispositivo no mercado?
Atualmente existe uma placa mãe da ASUS que tem suporte nativo ao USB 3.0. Em contrapartida, não há dispositivos portáteis que usem a tecnologia, ou seja, de nada adianta ter uma placa dessas se não vou poder usar a conexão, pelo menos por enquanto. Mas teremos os primeiros dispositivos em breve, pois começou há pouco tempo a produção dos novos USB 3.0.
Quais Sistemas Operacionais irão ter suporte à 3ª versão?
Suporte garantido terão o Windows 7, Linux e Mac OS X e não se sabe o que vai ser dos outros sistemas quanto ao suporte. Há quem diga que o XPzão não terá suporte, como também há quem diga que ele terá. Essa resposta só o tempo irá responder… Provavelmente o Windows Vista terá suporte, porém não há nada garantido
Recuperar “Master Boot Record” em Windows 7
O Master Boot Record é uma pequena porção do disco que guarda a informação sobre o/os sistemas operativos a carregar durante o arranque do PC. Muitas vezes o MBR fica danificado o que faz com que não consigamos carregar o windows, no windows xp eu constumava iniciar com o cd de instalação e durante o carregamento de ficheiros carregar em F8 (quando é mostrado “Prima F8 para reparar …”) e isto dava acesso a uma linha de comandos (DOS) depois era só inserir o comando fixmbr e o master boot record era reparado. No windows Vista e 7 este comando já não está disponível, no entanto existe outro semelhante.
Para aceder á consola (DOS) de recuperação insiram o DVD de instalação do windows vista ou 7 consoante seja o vosso caso e seleccionem a opção reparar (ignorem as opções de reparar usando imagens, ou pontos de restauro), seleccionem “usar ferramentas de reparação…” e depois “linha de comandos“.
Os comandos são:
bootrec.exe /fixmbr
"corrige erros no master boot record"
bootrec.exe /fixboot
"cria um sector de arranque na partição de sistema que vai permitir o arranque do windows"
bootrec.exe /scanos
"(apenas no caso de teres mais que um sistema operativo) pesquisa todos os discos por sistemas operativos microsoft e mostra uma lista com os mesmos"
bootrec.exe /rebuildbcd
"(apenas no caso de teres mais que um sistema operativo) pesquisa todos os discos por sistemas opertativos microsoft e depois pergunta-te quais os que queres adicionar ao menu de arranque".
Para os que não são adeptos do CLI, ou se os comandos não resultarem, tem a opção “recuperar o arranque” no menu onde escolhem a linha de comandos, basicamente faz a recuperação de uma forma automatizada.
Para aceder á consola (DOS) de recuperação insiram o DVD de instalação do windows vista ou 7 consoante seja o vosso caso e seleccionem a opção reparar (ignorem as opções de reparar usando imagens, ou pontos de restauro), seleccionem “usar ferramentas de reparação…” e depois “linha de comandos“.
Os comandos são:
bootrec.exe /fixmbr
"corrige erros no master boot record"
bootrec.exe /fixboot
"cria um sector de arranque na partição de sistema que vai permitir o arranque do windows"
bootrec.exe /scanos
"(apenas no caso de teres mais que um sistema operativo) pesquisa todos os discos por sistemas operativos microsoft e mostra uma lista com os mesmos"
bootrec.exe /rebuildbcd
"(apenas no caso de teres mais que um sistema operativo) pesquisa todos os discos por sistemas opertativos microsoft e depois pergunta-te quais os que queres adicionar ao menu de arranque".
Para os que não são adeptos do CLI, ou se os comandos não resultarem, tem a opção “recuperar o arranque” no menu onde escolhem a linha de comandos, basicamente faz a recuperação de uma forma automatizada.
Criando um pen drive de boot com Windows 7
Requisitos: você tem que está fazendo esses procedimentos no Windows 7 e com um computador que tenha leitor de dvd; ter um pendrive de pelo menos 4 giga para não ter problema com espaço e ter o dvd de instalação do windows 7. Lembrando que o pendrive deve ser só para isso, então se tiver arquivos importantes no pendrive faça uma cópia dos mesmos para outro lugar.
Eu irei colocando as ações que você tem que executar seguida da imagem correspondente de modo que fique o mais didático possível.
Primeiro coloque o pendrive na porta usb e o dvd de instalação do windows 7 no drive de dvd. Clique no símbolo do Windows (canto inferior esquerdo) que é a mesma coisa do botão Iniciar das outras versões. Clique em "Todos os Programas", vá em Acessórios, clique com o botão direito do mouse em "Prompt de Comando" e clique em "Executar como administrador" como mostra a figura abaixo:
Agora vamos para os comandos no prompt...
ATENÇÃO: Depois de digitar cada comando você tem que teclar ENTER, não vou ficar falando isso direto porque senão fica algo repetitivo para uma coisa óbvia :)
No prompt digite: diskpart
Depois digite: list disk
Vão aparecer os números correspondentes a cada disco, o pendrive que eu utilizei é de aproximadamente 8 giga, então pelo tamanho do seu pendrive você identifica fácil porque o prompt dá as opções com o tamanho, cuidado para não escolher o número do seu hd!! Os hds têm geralmente tamanhos bem maiores, então não dá para se enrolar...
Agora digite: select disk 1
ATENÇÃO: eu digitei 1 porque é o número que corresponde ao meu pendrive de acordo com o prompt, novamente volto a frisar, você identifica pelo tamanho que é associado a cada número como mostra a figura abaixo:
clean
create partition primary
select partition 1
active
format fs=NTFS
Figura correspondente aos comandos digitados acima:
assign
exit
e:
cd e:\boot
trata da letra correspondente ao seu pendrive, no meu caso a letra é "h" (isso é fácil de saber também, só ir novamente no windows explorer ou em meu computador e verificar):
bootsect/n60 h:
Aí está a próxima figura correspondente aos comandos realizados:
Saia do prompt e copie todos os arquivos do dvd de instalação do windows para o pendrive, nada de criar pastas ou algo do tipo, copie e cole do mesmo jeito sem fazer modificação alguma.
Pronto, você criou seu pendrive de boot com windows 7, agora quando der problema em netbook e não tiver drive de dvd externo é só colocar o pendrive e dar o boot pelo USB.
Não sabe dar o boot por USB? É fácil, insira o pendrive na porta usb do seu netbook, assim que você liga o netbook tem uma tecla para acionar o SETUP, o proprio netbook indica a tecla quando você liga, no meu é F2. Dentro do Setup vá em Boot e coloque o seu USB como primeiro da lista para ser executado, salve as mudanças e saia do setup!
Eu irei colocando as ações que você tem que executar seguida da imagem correspondente de modo que fique o mais didático possível.
Primeiro coloque o pendrive na porta usb e o dvd de instalação do windows 7 no drive de dvd. Clique no símbolo do Windows (canto inferior esquerdo) que é a mesma coisa do botão Iniciar das outras versões. Clique em "Todos os Programas", vá em Acessórios, clique com o botão direito do mouse em "Prompt de Comando" e clique em "Executar como administrador" como mostra a figura abaixo:
Agora vamos para os comandos no prompt...
ATENÇÃO: Depois de digitar cada comando você tem que teclar ENTER, não vou ficar falando isso direto porque senão fica algo repetitivo para uma coisa óbvia :)
No prompt digite: diskpart
Depois digite: list disk
Vão aparecer os números correspondentes a cada disco, o pendrive que eu utilizei é de aproximadamente 8 giga, então pelo tamanho do seu pendrive você identifica fácil porque o prompt dá as opções com o tamanho, cuidado para não escolher o número do seu hd!! Os hds têm geralmente tamanhos bem maiores, então não dá para se enrolar...
Agora digite: select disk 1
ATENÇÃO: eu digitei 1 porque é o número que corresponde ao meu pendrive de acordo com o prompt, novamente volto a frisar, você identifica pelo tamanho que é associado a cada número como mostra a figura abaixo:
Depois de selecionado o disco então vá digitando os comandos abaixo e sempre teclando ENTER como você fez nos comandos anteriores:
clean
create partition primary
select partition 1
active
format fs=NTFS
Figura correspondente aos comandos digitados acima:
Quando terminar de formatar digite os seguintes comandos:
assign
exit
O comando a seguir que você tem que digitar tem como letra a letra correspondente da unidade de dvd que você inseriu o dvd de instalação do Windows 7, no meu caso a letra correspondente é a letra "e" (isso é fácil de saber, e só ir no windows explorer e ver qual letra correspondente da sua unidade de dvd). Então digite os comandos abaixo de acordo com a letra da sua unidade de dvd:
e:
cd e:\boot
trata da letra correspondente ao seu pendrive, no meu caso a letra é "h" (isso é fácil de saber também, só ir novamente no windows explorer ou em meu computador e verificar):
bootsect/n60 h:
Aí está a próxima figura correspondente aos comandos realizados:
Saia do prompt e copie todos os arquivos do dvd de instalação do windows para o pendrive, nada de criar pastas ou algo do tipo, copie e cole do mesmo jeito sem fazer modificação alguma.
Pronto, você criou seu pendrive de boot com windows 7, agora quando der problema em netbook e não tiver drive de dvd externo é só colocar o pendrive e dar o boot pelo USB.
Não sabe dar o boot por USB? É fácil, insira o pendrive na porta usb do seu netbook, assim que você liga o netbook tem uma tecla para acionar o SETUP, o proprio netbook indica a tecla quando você liga, no meu é F2. Dentro do Setup vá em Boot e coloque o seu USB como primeiro da lista para ser executado, salve as mudanças e saia do setup!
Windows - sem disco Exception Processing Message c0000013 Parameters 75b6bf9c 4 75b6bf9c 75b6bf9c
Aqui vai uma dica para te salvar de caça para a solução para corrigir este "Windows sem disco" problema no Windows XP (UPDATE: um comentarista diz que mudar as letras de unidade funciona no Vista também), pelo menos, se é para fazer com o seu leitor de cartão, ou unidade de CD ou DVD.
UPDATE - summary added , history moved to end : This problem seems to be caused either by malware (virus or spyware etc), or by software following a Windows update or some other software installation or uninstallation (particularly HP, Norton or QuickTime software) trying to check for removable media that isn't there (eg disc in DVD drive or card in card reader), when it shouldn't be doing that check. UPDATE - resumo acrescentou, a história mudou-se para final: Este problema parece ser causado por malware (vírus ou spyware etc), ou por software a seguir uma atualização do Windows ou algum outro software de instalação ou desinstalação (em especial da HP, o Norton ou o software QuickTime), tentando para verificar a mídia removível que não está lá (por exemplo, no disco de DVD ou cartão no leitor de cartão), quando não deveria estar fazendo essa verificação.
So if you get this error message, try these steps (UPDATE - in whatever order you like, bearing in mind 5 is probably a less than satisfactory last resort, but by all means try 4 before 2 if you prefer): Então, se você receber essa mensagem de erro, tente estes passos (UPDATE - em qualquer ordem que desejar, tendo em conta 5 é provavelmente um resort menos do que satisfatória passado, mas por todos os meios tentar 4 até 2 se você preferir):
1.scan your computer with a virus checker and anti-spyware etc - try more than one product (eg there's also NOD32 ESET ), clean any infections and reboot analisar o seu computador com um antivírus e anti-spyware etc - tente mais de um produto (por exemplo, há também ESET NOD32 ), limpa todas as infecções e reinicie.
2.if that doesn't work, try changing your drive letter assignments as shown in the step by step howto below - this works for lots of people Se isso não funcionar, tente alterar as atribuições de letra de unidade como mostrado no tutorial passo a passo abaixo - isso funciona para muitas pessoas.
3.if that doesn't work, try uninstalling your floppy drive as shown below - or just always keep media in all your drives, though the next two steps are preferable if they work Se isso não funcionar, tente desinstalar o drive de disquete, como mostrado abaixo - ou apenas manter sempre meios de comunicação em todas as suas unidades, embora as duas próximas etapas são preferíveis se trabalhar.
4.then try making your software stop looking for drives: eg uninstalling and reinstalling an upgraded (or latest possible) version of QuickTime; similarly with your Norton and HP software if you have any, and clearing your most recently used documents or files lists tente fazer seu software pare de olhar para as unidades: por exemplo, desinstalar e reinstalar um upgrade ou mais recente possível) (versão do QuickTime, do mesmo modo com o Norton e software da HP, se tiver alguma, e limpar seu documentos recentemente utilizados mais ou listas de arquivos.
5.last resort: make the error message go away . último recurso: fazer a mensagem de erro desaparecer. This doesn't fix the problem, it addresses the symptom not the cause, so it really is a last resort if you can't fix it any other way, but if you're being driven mad, it's better than nothing. Isso não resolve o problema, ele resolve o sintoma, não a causa, para que ele realmente é um último recurso se você não pode corrigi-lo de outra maneira, mas se você está sendo levado à loucura, é melhor que nada.
4.then try making your software stop looking for drives: eg uninstalling and reinstalling an upgraded (or latest possible) version of QuickTime; similarly with your Norton and HP software if you have any, and clearing your most recently used documents or files lists tente fazer seu software pare de olhar para as unidades: por exemplo, desinstalar e reinstalar um upgrade ou mais recente possível) (versão do QuickTime, do mesmo modo com o Norton e software da HP, se tiver alguma, e limpar seu documentos recentemente utilizados mais ou listas de arquivos.
5.last resort: make the error message go away . último recurso: fazer a mensagem de erro desaparecer. This doesn't fix the problem, it addresses the symptom not the cause, so it really is a last resort if you can't fix it any other way, but if you're being driven mad, it's better than nothing. Isso não resolve o problema, ele resolve o sintoma, não a causa, para que ele realmente é um último recurso se você não pode corrigi-lo de outra maneira, mas se você está sendo levado à loucura, é melhor que nada.
Você quer ser Gerente ou Supervisor ?
Quando se aborda o tema liderança nas empresas, dentre os vários comentários dos funcionários sobre promoção, destacam-se os de dois grupos bem característicos e distintos – dos injustiçados e daqueles que não almejam crescer.
No primeiro grupo, aparecem os profissionais que são sempre injustiçados por não serem reconhecidos. Trabalham muito e são esforçados, mas a promoção nunca ocorre. Enquanto isso, outros colegas menos trabalhadores chegam à gerência com facilidade.
No segundo, encontram-se os profissionais que não desejam ser gerentes, justamente por ser uma função que exige bastante, talvez não compensando o esforço. Preferem qualidade de vida, sem muito estresse. Será que isso é verdade ou são desculpas para justificar a falta de competência e atitude?
Na verdade, nem sempre os funcionários mais trabalhadores sobem os degraus da hierarquia da empresa. Muitos ficam estagnados porque se concentram somente nas habilidades técnicas, relegando os relacionamentos interpessoais, que diferenciam as pessoas para o exercício da liderança.
O profissional inteligente e de visão é aquele consciente que para crescer em uma empresa, além das habilidades técnicas, é fundamental dominar as habilidades humanas e as conceituais. Por isso, tem curiosidade de aprender tudo dentro da organização, procurando entender seu complexo funcionamento e interligação de processos, que são atividades dos administradores de sucesso.
Gerenciar e supervisionar não significa trabalhar feito “burro de carga”, como muitos profissionais imaginam. Assim como fazer muito esforço físico e suar a camisa não funciona no atletismo, nas empresas também ocorre o mesmo. O que se quer são pessoas que saibam usar, em primeiro lugar, a mente.
Para ser um gerente eficaz, é necessário o exercício das quatro funções básicas da administração:
1. PLANEJAR – Colocar antecipadamente no papel as atividades a serem executadas na empresa, para posteriormente entrar em ação com segurança e probabilidade de êxito. Portanto, é fundamental a definição dos objetivos e metas e o que for necessário para atingi-los. Antes da execução, deve-se ter respostas para as perguntas: o que fazer? Quando fazer? Como fazer? Quem vai fazer? Quais recursos são necessários?
2. ORGANIZAR – Definidos os objetivos, é hora de distribuir as atividades e demais recursos entre os colaboradores, de acordo com suas capacidades, fornecendo ferramentas eficazes para a execução das tarefas com sucesso. Deve-se promover sempre a integração entre as pessoas e atividades para que os objetivos sejam atingidos.
3. DIRIGIR – É uma das tarefas mais importantes de um gerente, pois é onde ele vai exercer o real papel de líder e administrador. Usa sua habilidade para conseguir a execução de serviços através de pessoas motivadas, dispostas a darem o máximo de si a fim de desempenharem suas atividades com excelentes resultados.
De nada adiantará recursos financeiros, materiais e tecnológicos se os funcionários não estiverem motivados para executar seus trabalhos de boa vontade, apesar de serem conscientes de suas obrigações. Sem dúvida, os resultados não podem ser os desejados.
Para o êxito da direção, o administrador deve entender de pessoas, saber se comunicar, ser compreensivo e flexível, administrar conflitos, gostar de trabalho em equipe e não ser concentrador, delegando tarefas aos seus colaboradores. Inclusive, ao delegar tarefas, maximiza o seu tempo, desenvolve novos líderes e mantém funcionários competentes e satisfeitos na empresa.
4. CONTROLAR – Fazer o acompanhamento das atividades executadas, a fim de que os resultados estejam dentro do previsto. O gerente deve dedicar muita atenção ao controle, pois nem sempre os resultados caminham na mesma direção do planejado. Pode, inclusive, acontecer mudanças no decorrer da execução das tarefas. Caso isso venha a ocorrer, as ações devem ser rápidas no sentido de fazer as devidas correções em tempo hábil, chegando-se ao desejado.
No primeiro grupo, aparecem os profissionais que são sempre injustiçados por não serem reconhecidos. Trabalham muito e são esforçados, mas a promoção nunca ocorre. Enquanto isso, outros colegas menos trabalhadores chegam à gerência com facilidade.
No segundo, encontram-se os profissionais que não desejam ser gerentes, justamente por ser uma função que exige bastante, talvez não compensando o esforço. Preferem qualidade de vida, sem muito estresse. Será que isso é verdade ou são desculpas para justificar a falta de competência e atitude?
Na verdade, nem sempre os funcionários mais trabalhadores sobem os degraus da hierarquia da empresa. Muitos ficam estagnados porque se concentram somente nas habilidades técnicas, relegando os relacionamentos interpessoais, que diferenciam as pessoas para o exercício da liderança.
O profissional inteligente e de visão é aquele consciente que para crescer em uma empresa, além das habilidades técnicas, é fundamental dominar as habilidades humanas e as conceituais. Por isso, tem curiosidade de aprender tudo dentro da organização, procurando entender seu complexo funcionamento e interligação de processos, que são atividades dos administradores de sucesso.
Gerenciar e supervisionar não significa trabalhar feito “burro de carga”, como muitos profissionais imaginam. Assim como fazer muito esforço físico e suar a camisa não funciona no atletismo, nas empresas também ocorre o mesmo. O que se quer são pessoas que saibam usar, em primeiro lugar, a mente.
Para ser um gerente eficaz, é necessário o exercício das quatro funções básicas da administração:
1. PLANEJAR – Colocar antecipadamente no papel as atividades a serem executadas na empresa, para posteriormente entrar em ação com segurança e probabilidade de êxito. Portanto, é fundamental a definição dos objetivos e metas e o que for necessário para atingi-los. Antes da execução, deve-se ter respostas para as perguntas: o que fazer? Quando fazer? Como fazer? Quem vai fazer? Quais recursos são necessários?
2. ORGANIZAR – Definidos os objetivos, é hora de distribuir as atividades e demais recursos entre os colaboradores, de acordo com suas capacidades, fornecendo ferramentas eficazes para a execução das tarefas com sucesso. Deve-se promover sempre a integração entre as pessoas e atividades para que os objetivos sejam atingidos.
3. DIRIGIR – É uma das tarefas mais importantes de um gerente, pois é onde ele vai exercer o real papel de líder e administrador. Usa sua habilidade para conseguir a execução de serviços através de pessoas motivadas, dispostas a darem o máximo de si a fim de desempenharem suas atividades com excelentes resultados.
De nada adiantará recursos financeiros, materiais e tecnológicos se os funcionários não estiverem motivados para executar seus trabalhos de boa vontade, apesar de serem conscientes de suas obrigações. Sem dúvida, os resultados não podem ser os desejados.
Para o êxito da direção, o administrador deve entender de pessoas, saber se comunicar, ser compreensivo e flexível, administrar conflitos, gostar de trabalho em equipe e não ser concentrador, delegando tarefas aos seus colaboradores. Inclusive, ao delegar tarefas, maximiza o seu tempo, desenvolve novos líderes e mantém funcionários competentes e satisfeitos na empresa.
4. CONTROLAR – Fazer o acompanhamento das atividades executadas, a fim de que os resultados estejam dentro do previsto. O gerente deve dedicar muita atenção ao controle, pois nem sempre os resultados caminham na mesma direção do planejado. Pode, inclusive, acontecer mudanças no decorrer da execução das tarefas. Caso isso venha a ocorrer, as ações devem ser rápidas no sentido de fazer as devidas correções em tempo hábil, chegando-se ao desejado.
Os talentos e habilidades de um profissional
É muito comum encontrarmos no mercado de trabalho jovens profissionais que, recém saídos de uma universidade, nem ao menos conhecem seus talentos e habilidades. Formados em administração, economia, tecnologia da informação, gastronomia, marketing, moda, secretariado, etc, ainda desconhecem sua real capacidade de realização profissional. Assustados e inseguros com o primeiro emprego ou após um breve estágio em alguma organização ainda possuem grandes carências e dificuldades. Isto porque há muitos anos existe um abismo entre a universidade e o mercado de trabalho, entre o conhecimento teórico e científico e a realidade encontrada e vivida nas empresas.
Será que as universidades estão preparando os jovens profissionais de acordo com as necessidades do mercado? Lembro-me de quando iniciei meu primeiro estágio numa grande multinacional e não sabia nem como sentar na cadeira! Percebo que os jovens de hoje possuem um domínio invejável de computação, novas tecnologias de aparelhos celulares, conhecimento sobre os mais modernos e complicados games, mas (e sempre tem um “mas”), totalmente carentes de outras habilidades como, por exemplo: relacionamento interpessoal, aceitação de opiniões contrárias, convivência com pessoas de trato difícil, atuação em ambientes de competitividade ou em ambientes que exigem extrema colaboração mútua, saber trabalhar em equipe, habilidades na análise de dados e de informações, paciência na execução de tarefas que exigem esforço mental acima do normal e mais um monte de outros fatores.
Como descobrir e desenvolver estas habilidades e estes talentos nestes novos profissionais se as organizações exigem resultados imediatos, não investem na especialização de seus colaboradores com medo de perdê-los para a concorrência e esperam que o profissional cuide da sua própria carreira, se ele nem mesmo sabe por onde começar? O que as escolas e universidades ensinam é a parte teórica de uma atividade, porém sua especialização só poderá acontecer em cursos de pós-graduação e mesmo assim após alguns anos de auto-conhecimento e percepção de necessidades.
Talvez esteja na hora das organizações mudarem sua forma de gerenciamento das pessoas, voltar a investir no desenvolvimento intelectual e comportamental de seus profissionais potenciais, visando melhores resultados no futuro. O mercado necessita de profissionais qualificados em “gente”, preparados para lidar com material humano, que saibam motivar equipes de trabalho, valorizar o que cada um tem de melhor, não importando o grau hierárquico ou o seu salário. A liderança exercida de forma incorreta impede que estes fatores positivos sejam implantados com sucesso nos ambientes profissionais. Liderar não é mandar, é saber ouvir as pessoas, ser útil, transmitir entusiasmo pelo trabalho, se colocar no lugar de seus liderados e desenvolver a boa comunicação.
O crescimento sustentável tão desejado pelas organizações só será possível com o crescimento ético, comportamental e profissional dos seus diversos colaboradores. E o resultado de tudo isto é o “lucro”. Sem pessoas não existem empresas, sem habilidades humanas não se conquistam clientes, sem humildade e simplicidade não se vendem carros de luxo, sem respeito ao ser humano teremos uma sociedade cada vez mais egoísta, personalista e materialista.
A sua empresa valoriza pessoas? Prioriza o ser humano? Investe em gente?
Será que as universidades estão preparando os jovens profissionais de acordo com as necessidades do mercado? Lembro-me de quando iniciei meu primeiro estágio numa grande multinacional e não sabia nem como sentar na cadeira! Percebo que os jovens de hoje possuem um domínio invejável de computação, novas tecnologias de aparelhos celulares, conhecimento sobre os mais modernos e complicados games, mas (e sempre tem um “mas”), totalmente carentes de outras habilidades como, por exemplo: relacionamento interpessoal, aceitação de opiniões contrárias, convivência com pessoas de trato difícil, atuação em ambientes de competitividade ou em ambientes que exigem extrema colaboração mútua, saber trabalhar em equipe, habilidades na análise de dados e de informações, paciência na execução de tarefas que exigem esforço mental acima do normal e mais um monte de outros fatores.
Como descobrir e desenvolver estas habilidades e estes talentos nestes novos profissionais se as organizações exigem resultados imediatos, não investem na especialização de seus colaboradores com medo de perdê-los para a concorrência e esperam que o profissional cuide da sua própria carreira, se ele nem mesmo sabe por onde começar? O que as escolas e universidades ensinam é a parte teórica de uma atividade, porém sua especialização só poderá acontecer em cursos de pós-graduação e mesmo assim após alguns anos de auto-conhecimento e percepção de necessidades.
Talvez esteja na hora das organizações mudarem sua forma de gerenciamento das pessoas, voltar a investir no desenvolvimento intelectual e comportamental de seus profissionais potenciais, visando melhores resultados no futuro. O mercado necessita de profissionais qualificados em “gente”, preparados para lidar com material humano, que saibam motivar equipes de trabalho, valorizar o que cada um tem de melhor, não importando o grau hierárquico ou o seu salário. A liderança exercida de forma incorreta impede que estes fatores positivos sejam implantados com sucesso nos ambientes profissionais. Liderar não é mandar, é saber ouvir as pessoas, ser útil, transmitir entusiasmo pelo trabalho, se colocar no lugar de seus liderados e desenvolver a boa comunicação.
O crescimento sustentável tão desejado pelas organizações só será possível com o crescimento ético, comportamental e profissional dos seus diversos colaboradores. E o resultado de tudo isto é o “lucro”. Sem pessoas não existem empresas, sem habilidades humanas não se conquistam clientes, sem humildade e simplicidade não se vendem carros de luxo, sem respeito ao ser humano teremos uma sociedade cada vez mais egoísta, personalista e materialista.
A sua empresa valoriza pessoas? Prioriza o ser humano? Investe em gente?
José Carlos Maron Jr.
Administrador de Empresas
EAD cresce 47.000% no mercado brasileiro
Número de alunos da modalidade cresceu 45.000% no Brasil, mas formados ainda enfrentam uma dose de preconceito. Morar em Londres e cursar uma graduação no Brasil. Receber o conteúdo da aula no smartphone. A Educação à Distância (EaD) tem mudado a maneira de brasileiros encararem os estudos e atraído mais adeptos. Entre 2000 e 2009, a modalidade cresceu 45.000% no Brasil, em relação ao número de alunos. Apesar disso, ainda enfrenta preconceitos do mercado. Há diferenças salariais e de carga horária de trabalho. Para a diretora do Campus Universitário Unisul Virtual, Jucimara Roesler, essa realidade está mudando: Temos avançado em muitas áreas, que hoje aceitam sem problemas o formado em educação à distância, como a Biologia. Esta modalidade de ensino é muito nova no Brasil, tem apenas 14 anos. É um trabalho a longo prazo, prevê a diretora. Algumas ações contribuem para diminuir o preconceito. Pela Lei de Diretrizes e Bases, o diploma de graduação de um curso à distância não pode apresentar nenhuma distinção em comparação ao presencial. Uma lei estadual, publicada em dezembro de 2009, proíbe qualquer discriminação do mercado em relação à pessoa graduada à distância.
Além de vencer o preconceito, Jucimara acredita que a modalidade enfrenta outros desafios, como melhorar a qualidade dos profissionais e aumentar a inserção de novas tecnologias da informação. Para discutir essas questões e trocar experiências, pesquisadores de universidades brasileiras e de outros países como Itália, Espanha, Inglaterra e Estados Unidos estão reunidos em Florianópolis, hoje e amanhã, no 1o Seminário Internacional Guide de Educação Superior Virtual. Se no Brasil a EaD ainda enfrenta preconceitos, em outros, ela oferece vantagens. A diretora da UnisulVirtual cita o exemplo da Espanha, onde empresas preferem profissionais formados pela modalidade de ensino. São pessoas com mais autonomia, que sabem lidar com novas tecnologias e mais disciplinadas. Disciplina e perseverança são fundamentais para estudar à distância. ressalta Jucimara.
Metodologia torna possível conciliar estudo e emprego - Essas qualidades não faltaram a Adriana Pereira, 27 anos, que mora em Blumenau e é formada em Gestão da Tecnologia da Informação, curso que fez em casa. Ela optou pela EaD por conciliar estudo com emprego e por preferir a metodologia, toda à distância. Adriana recebia o material em casa pelos Correios, seguia as instruções de um tutor e enviava os trabalhos por uma espécie de intranet. Apesar de não atuar na área em que se formou, Adriana não teme por dificuldades na hora de conseguir um emprego: Como é uma área de tecnologia, eles estão mais acostumados com esse modelo. Talvez em outras, ainda haja um preconceito.
JÚLIA ANTUNES LORENÇO
Além de vencer o preconceito, Jucimara acredita que a modalidade enfrenta outros desafios, como melhorar a qualidade dos profissionais e aumentar a inserção de novas tecnologias da informação. Para discutir essas questões e trocar experiências, pesquisadores de universidades brasileiras e de outros países como Itália, Espanha, Inglaterra e Estados Unidos estão reunidos em Florianópolis, hoje e amanhã, no 1o Seminário Internacional Guide de Educação Superior Virtual. Se no Brasil a EaD ainda enfrenta preconceitos, em outros, ela oferece vantagens. A diretora da UnisulVirtual cita o exemplo da Espanha, onde empresas preferem profissionais formados pela modalidade de ensino. São pessoas com mais autonomia, que sabem lidar com novas tecnologias e mais disciplinadas. Disciplina e perseverança são fundamentais para estudar à distância. ressalta Jucimara.
Metodologia torna possível conciliar estudo e emprego - Essas qualidades não faltaram a Adriana Pereira, 27 anos, que mora em Blumenau e é formada em Gestão da Tecnologia da Informação, curso que fez em casa. Ela optou pela EaD por conciliar estudo com emprego e por preferir a metodologia, toda à distância. Adriana recebia o material em casa pelos Correios, seguia as instruções de um tutor e enviava os trabalhos por uma espécie de intranet. Apesar de não atuar na área em que se formou, Adriana não teme por dificuldades na hora de conseguir um emprego: Como é uma área de tecnologia, eles estão mais acostumados com esse modelo. Talvez em outras, ainda haja um preconceito.
JÚLIA ANTUNES LORENÇO
Educação a Distância ainda sofre preconceito
Esqueça a lousa e o giz. Professor em sala de aula? Só uma vez por semana. Assim funciona o ensino a distância, uma nova forma de aprendizagem que vem conquistando cada vez mais adeptos no Brasil.
Dados do AbraEAD/2008 (Anuário Brasileiro Estatístico de Educação Aberta e a Distância), publicado pela Abed (Associação Brasileira de Educação a Distância) e pelo Instituto Monitor, revelam que houve um aumento superior a 200% no número de alunos matriculados em cursos a distância em instituições regulamentadas pelo MEC (Ministério da Educação) em relação à primeira publicação, em 2004. Os estudantes passaram de 300 mil para 970 mil. Já a quantidade de entidades credenciadas ou com cursos autorizados pelo MEC aumentou cerca de 50%, passando de 166 para 255.
Esse salto revela uma tendência cada vez maior de abandonar as salas de aula e partir para o aprendizado virtual, o que apresenta algumas vantagens. Rita Maria Tarcia, membro do Conselho Fiscal da Abed, explica que um dos pontos positivos do ensino a distância é a disseminação do conhecimento e a inclusão num contexto acadêmico. No nível didático, a vantagem dessa modalidade de ensino está em utilizar recursos mais sofisticados e adequados para o processo de aprendizagem. “Eu posso usar elementos como música e simulações, o que não acontece no presencial, onde a aula é mais focada no professor. No EAD, a necessidade desses recursos enriquece a aprendizagem”, defende Rita.
Para ela, o EAD traz benefícios inclusive para o ensino presencial, que passa a encarar a aprendizagem de uma nova forma. “O ensino a distância está ‘cutucando’ o presencial, que agora começa a se mexer e olhar os recursos disponíveis. Começa-se a repensar o ensino, de uma forma mais atualizada”, aponta.
Perfil do aluno – Segundo André Genesini, pesquisador de educação, professor no Senac e associado da Abed, optar pelo ensino presencial ou pelo ensino a distância é mais uma opção de comodidade e estilo do estudante. “O ensino a distância exige um aluno que consiga gerenciar bem seu tempo e seu estudo. Se o aluno se encaixa nesse perfil, o estudo a distância é uma opção estratégica para quem trabalha em localidades distantes dos grandes centros urbanos e para quem tem uma agenda de trabalho difícil de prever”, afirma Genesini.
O gerente João Simões, 45 anos, estuda marketing a distância pela Universidade Metodista de São Paulo e uma vez por semana freqüenta o pólo de ensino em Mauá. A urgência em ter o diploma e a falta de tempo fizeram com que ele optasse pelas aulas virtuais. “Tenho uma jornada de trabalho intensa e não me vejo hoje numa sala de aula. Já trabalho e não poderia estar no cargo que ocupo hoje sem uma formação. Me dediquei muito à companhia e agora ela quer que eu estude”, explica Simões.
A falta de tempo também foi um fator importante na escolha de Daniela dos Santos, 26 anos, que estuda Recursos Humanos. “Eu trabalho, estudo, sou casada e tenho filho. Para mim, a principal vantagem do ensino a distância é a flexibilidade, porque posso estudar de acordo com os meus horários”, afirma.
Mas quem pensa que cursar EAD não demanda muito esforço se engana. “Aquela premissa que diz ‘se você não tem tempo, faça um EAD’ não é verdadeira”, explica Rita Tarcia, da Abed. Ela explica que quem estuda a distância tem de ler mais textos, fazer reflexões elaboradas e participar de fóruns virtuais, o que requer força de vontade e empenho do aluno. “A vantagem é que não existe rigor de horário, há flexibilidade. No entanto, os alunos lêem mais, fazem mais atividades, são mais pró-ativos e produtores de seu próprio conhecimento”.
Mercado de trabalho – Dados do Enade (exame do MEC que avalia o ensino superior) divulgados em 2007 revelaram que os alunos do ensino a distancia se saíram melhor do que os presenciais em sete das 13 categorias comparadas. “O que determina a qualidade de um curso, presencial ou a distância, é a qualidade do planejamento pedagógico. Existem cursos bons e ruins tanto na tradicional modalidade presencial quanto a distância”, afirma André Genesini.
Apesar dos dados positivos, o preconceito no mercado de trabalho ainda existe. “No Brasil ainda há muita desinformação quanto às reais possibilidades e os reais resultados da EAD. O MEC determina, porém, que o diploma para quem faz a universidade a distância ou presencial seja o mesmo. O que importa é a titulação, e não a forma de entrega do conteúdo”, defende Genesini.
“A legislação não prevê distinção. No entanto, alguns editais de concursos públicos restringem os egresso a distancia”, afirma Rita, que acredita que o preconceito se dá por uma razão histórica. “Como a educação tem um histórico presencial, e como tudo que é novo causa inquietação, a aceitabilidade do mercado de trabalho dos alunos de cursos a distância deve ser definida ao longo do tempo”.
Fonte: Diário do Grande ABC
Dados do AbraEAD/2008 (Anuário Brasileiro Estatístico de Educação Aberta e a Distância), publicado pela Abed (Associação Brasileira de Educação a Distância) e pelo Instituto Monitor, revelam que houve um aumento superior a 200% no número de alunos matriculados em cursos a distância em instituições regulamentadas pelo MEC (Ministério da Educação) em relação à primeira publicação, em 2004. Os estudantes passaram de 300 mil para 970 mil. Já a quantidade de entidades credenciadas ou com cursos autorizados pelo MEC aumentou cerca de 50%, passando de 166 para 255.
Esse salto revela uma tendência cada vez maior de abandonar as salas de aula e partir para o aprendizado virtual, o que apresenta algumas vantagens. Rita Maria Tarcia, membro do Conselho Fiscal da Abed, explica que um dos pontos positivos do ensino a distância é a disseminação do conhecimento e a inclusão num contexto acadêmico. No nível didático, a vantagem dessa modalidade de ensino está em utilizar recursos mais sofisticados e adequados para o processo de aprendizagem. “Eu posso usar elementos como música e simulações, o que não acontece no presencial, onde a aula é mais focada no professor. No EAD, a necessidade desses recursos enriquece a aprendizagem”, defende Rita.
Para ela, o EAD traz benefícios inclusive para o ensino presencial, que passa a encarar a aprendizagem de uma nova forma. “O ensino a distância está ‘cutucando’ o presencial, que agora começa a se mexer e olhar os recursos disponíveis. Começa-se a repensar o ensino, de uma forma mais atualizada”, aponta.
Perfil do aluno – Segundo André Genesini, pesquisador de educação, professor no Senac e associado da Abed, optar pelo ensino presencial ou pelo ensino a distância é mais uma opção de comodidade e estilo do estudante. “O ensino a distância exige um aluno que consiga gerenciar bem seu tempo e seu estudo. Se o aluno se encaixa nesse perfil, o estudo a distância é uma opção estratégica para quem trabalha em localidades distantes dos grandes centros urbanos e para quem tem uma agenda de trabalho difícil de prever”, afirma Genesini.
O gerente João Simões, 45 anos, estuda marketing a distância pela Universidade Metodista de São Paulo e uma vez por semana freqüenta o pólo de ensino em Mauá. A urgência em ter o diploma e a falta de tempo fizeram com que ele optasse pelas aulas virtuais. “Tenho uma jornada de trabalho intensa e não me vejo hoje numa sala de aula. Já trabalho e não poderia estar no cargo que ocupo hoje sem uma formação. Me dediquei muito à companhia e agora ela quer que eu estude”, explica Simões.
A falta de tempo também foi um fator importante na escolha de Daniela dos Santos, 26 anos, que estuda Recursos Humanos. “Eu trabalho, estudo, sou casada e tenho filho. Para mim, a principal vantagem do ensino a distância é a flexibilidade, porque posso estudar de acordo com os meus horários”, afirma.
Mas quem pensa que cursar EAD não demanda muito esforço se engana. “Aquela premissa que diz ‘se você não tem tempo, faça um EAD’ não é verdadeira”, explica Rita Tarcia, da Abed. Ela explica que quem estuda a distância tem de ler mais textos, fazer reflexões elaboradas e participar de fóruns virtuais, o que requer força de vontade e empenho do aluno. “A vantagem é que não existe rigor de horário, há flexibilidade. No entanto, os alunos lêem mais, fazem mais atividades, são mais pró-ativos e produtores de seu próprio conhecimento”.
Mercado de trabalho – Dados do Enade (exame do MEC que avalia o ensino superior) divulgados em 2007 revelaram que os alunos do ensino a distancia se saíram melhor do que os presenciais em sete das 13 categorias comparadas. “O que determina a qualidade de um curso, presencial ou a distância, é a qualidade do planejamento pedagógico. Existem cursos bons e ruins tanto na tradicional modalidade presencial quanto a distância”, afirma André Genesini.
Apesar dos dados positivos, o preconceito no mercado de trabalho ainda existe. “No Brasil ainda há muita desinformação quanto às reais possibilidades e os reais resultados da EAD. O MEC determina, porém, que o diploma para quem faz a universidade a distância ou presencial seja o mesmo. O que importa é a titulação, e não a forma de entrega do conteúdo”, defende Genesini.
“A legislação não prevê distinção. No entanto, alguns editais de concursos públicos restringem os egresso a distancia”, afirma Rita, que acredita que o preconceito se dá por uma razão histórica. “Como a educação tem um histórico presencial, e como tudo que é novo causa inquietação, a aceitabilidade do mercado de trabalho dos alunos de cursos a distância deve ser definida ao longo do tempo”.
Fonte: Diário do Grande ABC
Hardware, Software e “Humanware”!
Sabedoras de que a maior commodity do século XXI é o conhecimento, as empresas devem investir “pesado”, não somente em equipamentos (hardware) e procedimentos (software), mas também em pessoas (“humanware”), uma vez que todos eles são consideradas pilares para quaisquer empresas, e possuem o poder tanto de alavancar como de arruinar empresas.
Equipamentos e procedimentos não terão êxito algum se não bem comandados e executados por profissionais competentes; deste modo, são as pessoas que irão garantir a competitividade, a sobrevivência e a solidez da empresa frente à acirrada competitividade.
Em decorrência do exposto, quando se faz um investimento financeiro em equipamentos, deve-se lembrar que os profissionais que compõem o quadro da empresa e que irão trabalhar diretamente com tais equipamentos, devem ser capacitados para exercer sua função com eficiência e eficácia. Caso essa importante providência não seja seguida, o valor investido no equipamento “escoará” por entre os “dedos das mãos da empresa”, levando-a a um caos.
Nessas circunstâncias, os processos de ensino/aprendizagem deixam de ser de responsabilidade somente das Instituições de Ensino e passam a ser preocupação constante também das empresas onde estas, por sua vez, implantam e implementam a cultura da aprendizagem organizacional. É dessa forma que as empresas contribuem para que as informações se transformem em conhecimentos e assim sirvam para agregar valor ao produto e/ou serviço, adquirindo competitividade, despontando enfim a empresa na frente perante o mercado.
Nesse mesmo sentido, preocupar-se com o desenvolvimento das pessoas envolvidas no processo organizacional, significa preocupar-se com a própria empresa.
A análise do conjunto acima descrito leva-nos a pensar e crer que procedimentos, estratégias, planejamentos e outros, só alcançarão sucesso quando aliados com as ações das pessoas. Do mesmo modo, é preciso que haja interesse, capacitação, preparação, motivação, muito envolvimento, comprometimento, responsabilidade, bem como muita vontade de fazer acontecer, para que tudo ocorra de forma a garantir qualidade, eficiência e eficácia.
Ante o exposto, convém dizer que, procedimentos, estratégias e planejamentos não devem ficar bonitos somente no papel, mas, devem “sair do papel”, garantindo sua beleza já antes concebida. Para que isto ocorra é fundamental que as pessoas envolvidas em todo o processo, que além de serem detentoras do saber, construam relacionamentos, somem habilidades, talentos e conhecimentos, garantindo então o alcance das metas e objetivos sonhados.
Nesse ponto, vale destacar que as pessoas devem ser consideradas um dos maiores patrimônios que a empresa possui; logo, deve-se não somente saber selecioná-las, mas saber recrutá-las, lotá-las, inserindo-as nos departamentos certos, mantendo-as e capacitando-as de forma contínua a exercerem as suas funções, tendo a sabedoria de saber retê-las dentro da empresa, procurando atender às suas reais necessidades, anseios e expectativas. Esta preocupação deve ser uma constante, pois ela é de importância decisiva no mundo dos negócios, uma vez que a empresa está nas “mãos” das pessoas que ali exercem as suas funções.
Nessa linha de raciocínio, além da empresa valorizar o profissional, estabelecendo políticas que implementem e ampliem a estabilidade, segurança, benefícios, salários compatíveis, é preciso proporcionar e estabelecer a relação “ganha-ganha”, conciliando objetivos organizacionais com objetivos dos profissionais ali envolvidos, bem como tendo a preocupação de proporcionar a motivação para todos os colaboradores a partir de desafios, em busca do desenvolvimento das competências dos colaboradores, constituindo-se esta a melhor saída para um modelo de gestão participativa, orientado para o auto-desenvolvimento e desenvolvimento em prol do alcance dos resultados.
À vista do exposto, torna-se vital sensibilizar a todos da empresa quanto à importância de proporcionar e contribuir com um ambiente saudável da mesma, mantendo uma postura flexiva diante dos fatos. É desejável saber relacionar com o grupo, saber gerenciar conflitos, sensibilizando todos quanto à importância da educação no nosso dia-a-dia, do saber ouvir atentamente o outro sem impaciência, do espírito de equipe, do compartilhamento, da importância da humanização, evitando-se fazer julgamentos prévios. É ainda prudente que se tenha uma política de descentralização, de delegação de tarefas, da busca constante por adquirir conhecimentos. Por fim, não se deve também negligenciar a importância, não somente em estabelecer uma boa comunicação, mas também tendo a sabedoria de gerenciar riscos, sabendo enfrentar quaisquer desafios em prol do alinhamento das expectativas e do alcance dos resultados.
Marizete Furbino
Equipamentos e procedimentos não terão êxito algum se não bem comandados e executados por profissionais competentes; deste modo, são as pessoas que irão garantir a competitividade, a sobrevivência e a solidez da empresa frente à acirrada competitividade.
Em decorrência do exposto, quando se faz um investimento financeiro em equipamentos, deve-se lembrar que os profissionais que compõem o quadro da empresa e que irão trabalhar diretamente com tais equipamentos, devem ser capacitados para exercer sua função com eficiência e eficácia. Caso essa importante providência não seja seguida, o valor investido no equipamento “escoará” por entre os “dedos das mãos da empresa”, levando-a a um caos.
Nessas circunstâncias, os processos de ensino/aprendizagem deixam de ser de responsabilidade somente das Instituições de Ensino e passam a ser preocupação constante também das empresas onde estas, por sua vez, implantam e implementam a cultura da aprendizagem organizacional. É dessa forma que as empresas contribuem para que as informações se transformem em conhecimentos e assim sirvam para agregar valor ao produto e/ou serviço, adquirindo competitividade, despontando enfim a empresa na frente perante o mercado.
Nesse mesmo sentido, preocupar-se com o desenvolvimento das pessoas envolvidas no processo organizacional, significa preocupar-se com a própria empresa.
A análise do conjunto acima descrito leva-nos a pensar e crer que procedimentos, estratégias, planejamentos e outros, só alcançarão sucesso quando aliados com as ações das pessoas. Do mesmo modo, é preciso que haja interesse, capacitação, preparação, motivação, muito envolvimento, comprometimento, responsabilidade, bem como muita vontade de fazer acontecer, para que tudo ocorra de forma a garantir qualidade, eficiência e eficácia.
Ante o exposto, convém dizer que, procedimentos, estratégias e planejamentos não devem ficar bonitos somente no papel, mas, devem “sair do papel”, garantindo sua beleza já antes concebida. Para que isto ocorra é fundamental que as pessoas envolvidas em todo o processo, que além de serem detentoras do saber, construam relacionamentos, somem habilidades, talentos e conhecimentos, garantindo então o alcance das metas e objetivos sonhados.
Nesse ponto, vale destacar que as pessoas devem ser consideradas um dos maiores patrimônios que a empresa possui; logo, deve-se não somente saber selecioná-las, mas saber recrutá-las, lotá-las, inserindo-as nos departamentos certos, mantendo-as e capacitando-as de forma contínua a exercerem as suas funções, tendo a sabedoria de saber retê-las dentro da empresa, procurando atender às suas reais necessidades, anseios e expectativas. Esta preocupação deve ser uma constante, pois ela é de importância decisiva no mundo dos negócios, uma vez que a empresa está nas “mãos” das pessoas que ali exercem as suas funções.
Nessa linha de raciocínio, além da empresa valorizar o profissional, estabelecendo políticas que implementem e ampliem a estabilidade, segurança, benefícios, salários compatíveis, é preciso proporcionar e estabelecer a relação “ganha-ganha”, conciliando objetivos organizacionais com objetivos dos profissionais ali envolvidos, bem como tendo a preocupação de proporcionar a motivação para todos os colaboradores a partir de desafios, em busca do desenvolvimento das competências dos colaboradores, constituindo-se esta a melhor saída para um modelo de gestão participativa, orientado para o auto-desenvolvimento e desenvolvimento em prol do alcance dos resultados.
À vista do exposto, torna-se vital sensibilizar a todos da empresa quanto à importância de proporcionar e contribuir com um ambiente saudável da mesma, mantendo uma postura flexiva diante dos fatos. É desejável saber relacionar com o grupo, saber gerenciar conflitos, sensibilizando todos quanto à importância da educação no nosso dia-a-dia, do saber ouvir atentamente o outro sem impaciência, do espírito de equipe, do compartilhamento, da importância da humanização, evitando-se fazer julgamentos prévios. É ainda prudente que se tenha uma política de descentralização, de delegação de tarefas, da busca constante por adquirir conhecimentos. Por fim, não se deve também negligenciar a importância, não somente em estabelecer uma boa comunicação, mas também tendo a sabedoria de gerenciar riscos, sabendo enfrentar quaisquer desafios em prol do alinhamento das expectativas e do alcance dos resultados.
Marizete Furbino
Que lições um concorrente pode ensinar ?
Nos mais diversos segmentos, o concorrente é encarado como um verdadeiro monstro, inimigo voraz, ou ainda, afrontado como um adversário imbatível. Na prática, o que leva estas afirmações serem reais? O que faz um profissional de vendas aceitar pacificamente a perda de um negócio para outro fornecedor? Por qual motivo, algumas pessoas desistem de uma negociação, ao saber da presença de outra empresa? Imagine como seria interessante competir, em um mercado, onde todas as empresas praticassem a ética, sustentabilidade, respeito e legalidade fiscal. Na prática não funciona assim, você concorda? Há empresas que prezam somente por desconto, outras por preços e outras por promessas soltas ao vento. Seu adversário pode ser maior, mais forte, mais eficiente e até ser mais rápido. Entretanto, jamais esqueça que o seu concorrente, pode ensinar imprescindíveis lições e não conta com uma pessoa capaz de fazer a diferença: você!
Descobrir novas técnicas por meio da observação – A participação em uma feira, congresso ou seminário, constituem recursos essenciais, no processo de inovação e revisão sobre as novidades do setor. Pode significar importância estratégica para continuidade ativa no mercado. Possibilita a realização de novos contatos, amplitude de peças fundamentais para o sucesso do empreendimento e da área de atuação em descobrir novas técnicas por meio da observação. Note que há concorrentes que não investe em treinamentos, capacitação, viagens de negócios, reuniões e convenções de vendas. Há também organizações, que se consideram líderes do mercado usando de arrogância e abandono de informações ao próprio cliente. Descobrir novas técnicas de observar como o concorrente trabalha, pode contribuir de maneira significativa para aprimorar, ainda mais, seu plano de negócios. A análise das ameaças e oportunidades do seu negócio pode ser mais valorizada, ao constatar erros de logística, ausência de qualificação e posicionamento de mercado do seu concorrente. Não há como conceber, em um mercado cada vez mais competitivo, um gestor de negócios que desperdice a oportunidade de descobrir novas técnicas de otimização, produção, distribuição, logística e sustentabilidade.
Fraquezas reveladas pelas constantes reclamações – Saber ouvir com atenção pode ser um importante ingrediente, para perceber que o concorrente ensina lições preciosas e inúmeras vezes, sem precisar de muito esforço. Outra estratégia para descobrir as fraquezas do seu concorrente, pode ser realizada por meio de um canal de comunicação, com seu próprio cliente. Um consumidor insatisfeito revela, em inúmeras situações, experiências vividas e problemas que sofrerão por ocorrências desastrosas. Observe que um cliente ao realizar reclamações, revela pontos negativos e fraquezas do seu concorrente e podem contribuir para fortalecer sua atuação, novas estratégias de marketing e gerar novos diferenciais competitivos. Você está ouvindo seus clientes? O que mais você consegue com uma reclamação do seu concorrente?
Ao contrário de desistir e demonstrar fraqueza, você possui a capacidade e o poder de reverter uma situação negativa em positiva. Você pode retirar lições preciosas, de erros cometidos por seu concorrente e valorizar ainda mais seu poder de argumentação, sua capacidade de expandir conhecimentos e intensificar ingredientes para superar as objeções. Ao contrário de aceitar ser surpreendido pela concorrência, para inverter a situação é coerente reunir a equipe e mostrar que sua empresa está disposta a remar de braços dados, para a mesma direção. Que tal esse desafio? Que lições seu concorrente pode ensinar para você vender mais?
Dalmir Sant’Anna
Descobrir novas técnicas por meio da observação – A participação em uma feira, congresso ou seminário, constituem recursos essenciais, no processo de inovação e revisão sobre as novidades do setor. Pode significar importância estratégica para continuidade ativa no mercado. Possibilita a realização de novos contatos, amplitude de peças fundamentais para o sucesso do empreendimento e da área de atuação em descobrir novas técnicas por meio da observação. Note que há concorrentes que não investe em treinamentos, capacitação, viagens de negócios, reuniões e convenções de vendas. Há também organizações, que se consideram líderes do mercado usando de arrogância e abandono de informações ao próprio cliente. Descobrir novas técnicas de observar como o concorrente trabalha, pode contribuir de maneira significativa para aprimorar, ainda mais, seu plano de negócios. A análise das ameaças e oportunidades do seu negócio pode ser mais valorizada, ao constatar erros de logística, ausência de qualificação e posicionamento de mercado do seu concorrente. Não há como conceber, em um mercado cada vez mais competitivo, um gestor de negócios que desperdice a oportunidade de descobrir novas técnicas de otimização, produção, distribuição, logística e sustentabilidade.
Fraquezas reveladas pelas constantes reclamações – Saber ouvir com atenção pode ser um importante ingrediente, para perceber que o concorrente ensina lições preciosas e inúmeras vezes, sem precisar de muito esforço. Outra estratégia para descobrir as fraquezas do seu concorrente, pode ser realizada por meio de um canal de comunicação, com seu próprio cliente. Um consumidor insatisfeito revela, em inúmeras situações, experiências vividas e problemas que sofrerão por ocorrências desastrosas. Observe que um cliente ao realizar reclamações, revela pontos negativos e fraquezas do seu concorrente e podem contribuir para fortalecer sua atuação, novas estratégias de marketing e gerar novos diferenciais competitivos. Você está ouvindo seus clientes? O que mais você consegue com uma reclamação do seu concorrente?
Ao contrário de desistir e demonstrar fraqueza, você possui a capacidade e o poder de reverter uma situação negativa em positiva. Você pode retirar lições preciosas, de erros cometidos por seu concorrente e valorizar ainda mais seu poder de argumentação, sua capacidade de expandir conhecimentos e intensificar ingredientes para superar as objeções. Ao contrário de aceitar ser surpreendido pela concorrência, para inverter a situação é coerente reunir a equipe e mostrar que sua empresa está disposta a remar de braços dados, para a mesma direção. Que tal esse desafio? Que lições seu concorrente pode ensinar para você vender mais?
Dalmir Sant’Anna
Identificar o Sistema Operacional usando "Ping"
Com o comando ping podemos identificar o Sistema Operacional utilizado.
O comando ping trabalha com o protocolo ICMP enviando mensagens. Quando uma maquina de destino recebe um Echo Request ela retorna um Echo Reply.
Para descobrir qual Sistema Operacional está sendo utilizado vamos usar o TTL (Time to Live). Este valor indica quanto tempo o pacote vai ficar circulando antes de ser descartado.
Cada Sistema Operacional trabalha com um TTL padrão e desta forma podemos identificar o tipo de sistema.
Exemplo1.
$ ping 127.0.0.1
PING 127.0.0.1 bytes of data.
64 bytes from 127.0.0.1: icmp_seq=1 ttl=64 time=0.028 ms
64 bytes from 127.0.0.1: icmp_seq=2 ttl=64 time=0.030 ms
64 bytes from 127.0.0.1: icmp_seq=3 ttl=64 time=0.029 ms
Exemplo2.
$ ping 127.0.0.1
PING 127.0.0.1 bytes of data.
64 bytes from 127.0.0.1: icmp_seq=1 ttl=128 time=0.176 ms
64 bytes from 127.0.0.1: icmp_seq=2 ttl=128 time=0.183 ms
64 bytes from 127.0.0.1: icmp_seq=3 ttl=128 time=0.189 ms
Representamos na tabela abaixo o valor padrão do TTL para alguns sistemas operacionais:
Sistema TTL
UNIX = 255
Linux = 64
Windows = 128
Com estes números já podemos determinar o Sistema Operacional dos exemplos acima. No caso do Exemplo1 o ttl=64 nos diz que o sistema utilizado é Linux, e para o Exemplo2 podemos dizer que o sistema usado é Windows.
Os roteadores estão programados para decrementar o TTL a cada pacote que passa por ele. Se uma maquina Windows for "pingada" e o valor TTL for 126 significa que antes de chegar ao destino existem 2 roteadores.
O comando ping trabalha com o protocolo ICMP enviando mensagens. Quando uma maquina de destino recebe um Echo Request ela retorna um Echo Reply.
Para descobrir qual Sistema Operacional está sendo utilizado vamos usar o TTL (Time to Live). Este valor indica quanto tempo o pacote vai ficar circulando antes de ser descartado.
Cada Sistema Operacional trabalha com um TTL padrão e desta forma podemos identificar o tipo de sistema.
Exemplo1.
$ ping 127.0.0.1
PING 127.0.0.1 bytes of data.
64 bytes from 127.0.0.1: icmp_seq=1 ttl=64 time=0.028 ms
64 bytes from 127.0.0.1: icmp_seq=2 ttl=64 time=0.030 ms
64 bytes from 127.0.0.1: icmp_seq=3 ttl=64 time=0.029 ms
Exemplo2.
$ ping 127.0.0.1
PING 127.0.0.1 bytes of data.
64 bytes from 127.0.0.1: icmp_seq=1 ttl=128 time=0.176 ms
64 bytes from 127.0.0.1: icmp_seq=2 ttl=128 time=0.183 ms
64 bytes from 127.0.0.1: icmp_seq=3 ttl=128 time=0.189 ms
Representamos na tabela abaixo o valor padrão do TTL para alguns sistemas operacionais:
Sistema TTL
UNIX = 255
Linux = 64
Windows = 128
Com estes números já podemos determinar o Sistema Operacional dos exemplos acima. No caso do Exemplo1 o ttl=64 nos diz que o sistema utilizado é Linux, e para o Exemplo2 podemos dizer que o sistema usado é Windows.
Os roteadores estão programados para decrementar o TTL a cada pacote que passa por ele. Se uma maquina Windows for "pingada" e o valor TTL for 126 significa que antes de chegar ao destino existem 2 roteadores.
Na maior parte do tempo, líderes não agem conforme os valores da empresa
Segundo pesquisa, 70% dos executivos avaliaram que poucos líderes de sua organização são vistos como exemplos
Uma pesquisa realizada pela KPMG, durante o evento CONARH 2010 (Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas), com mais de 170 executivos, principalmente da área de Recursos Humanos, revelou que 91% dos líderes não agem, na maior parte do tempo, de acordo com a visão e valores da empresa.
Chama a atenção ainda que 70% dos executivos entrevistados avaliaram que poucos líderes de sua organização são vistos como inspiradores, justos e capazes de estimular o desenvolvimento individual e das equipes.
“Para empresas que estão buscando obter uma cultura de alta performance, estes dados são preocupantes, pois este cenário compromete de forma significativa o rendimento dos funcionários", afirma a sócia responsável pela área de People & Change da KPMG no Brasil, Patricia Molino.
De acordo com Patricia, "a avaliação de ter poucos líderes inspiradores mostra que as organizações não estão aproveitando bem o potencial das pessoas”.
Defasagem
O levantamento ainda analisou se características como confiança e compromisso, liderança e estratégia de negócios estão presentes nas organizações.
O resultado novamente não se mostrou favorável aos líderes. Apenas 24% dos entrevistados disseram que a liderança em suas empresas contribui para a alta performance. Já estratégia de negócios e também confiança e compromisso registram bons índices entre os analisados, de 66% e 53%, respectivamente.
“O que ajuda a atingir a alta performance é o comprometimento da empresa em conciliar os valores e as expectativas dos funcionários aos da companhia. Para isso, é necessário reunir diversos aspectos, como ter uma liderança alinhada com a visão, objetivos e estratégias da organização e que seja capaz de conectar e engajar as pessoas", avalia Patricia.
Na opinião da especialista, uma comunicação adequada é fundamental para adquirir esse rendimento, pois se a estratégia não está clara para os colaboradores e se o líder não for coerente com seu discurso, não será possível obter um empenho diferenciado dos colaboradores de forma sustentável.
Por fim, a pesquisa ainda constatou que mais de 60% das companhias estão dispostas a investir em transformação cultural para se tornar uma organização de alta performance.
Por Equipe InfoMoney, InfoMoney
Uma pesquisa realizada pela KPMG, durante o evento CONARH 2010 (Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas), com mais de 170 executivos, principalmente da área de Recursos Humanos, revelou que 91% dos líderes não agem, na maior parte do tempo, de acordo com a visão e valores da empresa.Chama a atenção ainda que 70% dos executivos entrevistados avaliaram que poucos líderes de sua organização são vistos como inspiradores, justos e capazes de estimular o desenvolvimento individual e das equipes.
“Para empresas que estão buscando obter uma cultura de alta performance, estes dados são preocupantes, pois este cenário compromete de forma significativa o rendimento dos funcionários", afirma a sócia responsável pela área de People & Change da KPMG no Brasil, Patricia Molino.
De acordo com Patricia, "a avaliação de ter poucos líderes inspiradores mostra que as organizações não estão aproveitando bem o potencial das pessoas”.
Defasagem
O levantamento ainda analisou se características como confiança e compromisso, liderança e estratégia de negócios estão presentes nas organizações.
O resultado novamente não se mostrou favorável aos líderes. Apenas 24% dos entrevistados disseram que a liderança em suas empresas contribui para a alta performance. Já estratégia de negócios e também confiança e compromisso registram bons índices entre os analisados, de 66% e 53%, respectivamente.
“O que ajuda a atingir a alta performance é o comprometimento da empresa em conciliar os valores e as expectativas dos funcionários aos da companhia. Para isso, é necessário reunir diversos aspectos, como ter uma liderança alinhada com a visão, objetivos e estratégias da organização e que seja capaz de conectar e engajar as pessoas", avalia Patricia.
Na opinião da especialista, uma comunicação adequada é fundamental para adquirir esse rendimento, pois se a estratégia não está clara para os colaboradores e se o líder não for coerente com seu discurso, não será possível obter um empenho diferenciado dos colaboradores de forma sustentável.
Por fim, a pesquisa ainda constatou que mais de 60% das companhias estão dispostas a investir em transformação cultural para se tornar uma organização de alta performance.
Por Equipe InfoMoney, InfoMoney
O Programa 5 Esses
Origens
O "Programa 5S" foi concebido por Kaoru Ishikawa em 1950, no Japão do pós-guerra, provavelmente inspirado na necessidade, que havia então, de colocar ordem na grande confusão a que ficou reduzido o país após sua derrota para as forças aliadas. O Programa demonstrou ser tão eficaz enquanto reorganizador das empresas e da própria economia japonesa que, até hoje, é considerado o principal instrumento de gestão da qualidade e produtividade utilizado naquele país.
Objetivos
O "Programa 5S" foi desenvolvido com o objetivo de transformar o ambiente das organizações e a atitude das pessoas, melhorando a qualidade de vida dos funcionários, diminuindo desperdícios, reduzindo custos e aumentando a produtividade das instituições.
O que é o Programa "5S"
O "Programa 5S" ganhou esse nome devido às iniciais das cinco palavras japonesas que sintetizam as cinco etapas do programa. Essas palavras e suas versões para o português são apresentadas abaixo:
Seiri- DESCARTE: Separar o necessário do desnecessário.
Seiton- ARRUMAÇÃO: Colocar cada coisa em seu devido lugar.
Seisso- LIMPEZA: Limpar e cuidar do ambiente de trabalho.
Seiketsu- SAÚDE: Tornar saudável o ambiente de trabalho.
Shitsuke- DISCIPLINA: Rotinizar e padronizar a aplicação dos "S" anteriores.
O "Programa 5S" foi concebido por Kaoru Ishikawa em 1950, no Japão do pós-guerra, provavelmente inspirado na necessidade, que havia então, de colocar ordem na grande confusão a que ficou reduzido o país após sua derrota para as forças aliadas. O Programa demonstrou ser tão eficaz enquanto reorganizador das empresas e da própria economia japonesa que, até hoje, é considerado o principal instrumento de gestão da qualidade e produtividade utilizado naquele país.
Objetivos
O "Programa 5S" foi desenvolvido com o objetivo de transformar o ambiente das organizações e a atitude das pessoas, melhorando a qualidade de vida dos funcionários, diminuindo desperdícios, reduzindo custos e aumentando a produtividade das instituições.
O que é o Programa "5S"
O "Programa 5S" ganhou esse nome devido às iniciais das cinco palavras japonesas que sintetizam as cinco etapas do programa. Essas palavras e suas versões para o português são apresentadas abaixo:
Seiri- DESCARTE: Separar o necessário do desnecessário.
Seiton- ARRUMAÇÃO: Colocar cada coisa em seu devido lugar.
Seisso- LIMPEZA: Limpar e cuidar do ambiente de trabalho.
Seiketsu- SAÚDE: Tornar saudável o ambiente de trabalho.
Shitsuke- DISCIPLINA: Rotinizar e padronizar a aplicação dos "S" anteriores.
Power over Ethernet (PoE)
Em muitas situações, pontos de acesso e outros dispositivos de rede precisam ser instalados em telhados e outros locais de difícil acesso. Nesses casos, além do cabo de rede, é necessário fazer a instalação elétrica, o que aumenta os custos. O Power over Ethernet, ou PoE, é um padrão que permite transmitir energia elétrica usando o próprio cabo de rede, juntamente com os dados, o que soluciona o problema.
Tudo começou com projetos artesanais, que utilizavam os dois pares de fios não usados para transmitir dados (em redes de 100BaseT, de 100 megabits) nos cabos de par trançado cat-5 para enviar corrente elétrica para dispositivos do outro lado do cabo, eliminando a necessidade de usar uma fonte de alimentação separada. Com o passar do tempo, a idéia acabou pegando e deu origem ao padrão IEEE 802.3af, ratificado em 2005, que já é suportado por diversos produtos.
No padrão, dois dos quatro pares de fios do cabo de par trançado são utilizados para transmitir uma corrente com tensão de 48 volts e até 400 mA o que, depois de descontadas todas as perdas, resulta em uma capacidade de fornecimento de até 12.95 watts. A energia é suficiente para alimentar a grande maioria dos pontos de acesso, telefones VoIP e outros dispositivos menores ou até mesmo um notebook de baixo consumo.
Um sistema especial de modulação permite que os dois pares que transmitem energia sejam usados também para transmitir dados, o que permite o uso em conjunto com dispositivos Gigabit Ethernet. A tecnologia não é muito diferente da utilizada desde o início do século passado no sistema telefônico, que também transmite uma corrente com tensão de 48 volts (usada para alimentar o aparelho) juntamente com o sinal de voz.
Existem duas opções para utilizar o PoE. A primeira é utilizar um conjunto de injector (injetor) e splitter (divisor) posicionados entre o switch e o dispositivo que vai receber energia. O injetor é ligado na tomada e "injeta" energia no cabo, enquanto o splitter separa a corrente elétrica do sinal de rede, oferecendo dois conectores ao dispositivo: um conector de rede e um conector de energia, ligado no lugar da fonte:
Usar o injetor e o splitter é a solução mais simples, já que você não precisa mexer no resto da estrutura da rede, mas não é necessariamente a mais barata, já que você precisa comprar dois dispositivos adicionais para cada aparelho que precisar receber energia.
A segunda solução, mais viável para situações em que você queira usar o PoE para vários dispositivos é usar diretamente um PoE switch (um switch Ethernet capaz de enviar energia em todas as portas) e apenas pontos de acesso e outros dispositivos compatíveis, eliminando a necessidade de usar injectors e splitters:
O switch é capaz de detectar se o dispositivo ligado na outra ponta do cabo suporta ou não o PoE, o que é feito medindo a resistência. Só depois de detectar a presença de um dispositivos compatível é que ele inicia a transmissão de corrente. Isso permite que você conecte também dispositivos "normais" ao switch, sem risco de queimá-los.
É possível ainda usar soluções híbridas, combinando um ponto de acesso (ou outro dispositivo) com suporte nativo ao PoE com um switch comum. Nesse caso, você precisa apenas do injetor (os mais baratos custam a partir de US$ 20 no exterior), já que o dispositivo recebe a corrente diretamente, através do cabo de rede.
Os pontos de acesso com suporte a PoE estão se tornando cada vez mais comuns. Externamente, não existe nada que diferencie um AP com suporte a PoE de um tradicional, é necessário pesquisar nas especificações.
Atualmente, o PoE é usado basicamente para alimentar pontos de acesso instalados em locais inacessíveis, mas uma nova versão do padrão pode aumentar sua área de atuação. O padrão IEEE 802.3at ou PoE+, em desenvolvimento desde 2005 (http://www.ieee802.org/3/at/) aumentará a capacidade de transmissão para até 60 watts, o que permitirá que o PoE seja usado para alimentar notebooks ou até mesmo PCs de baixo consumo, o que pode levar a uma pequena revolução, já que os equipamentos receberão energia já estabilizada e convertida para DC diretamente através do cabo de rede, sem necessidade de utilizar uma fonte de alimentação externa, como atualmente.
http://www.guiadohardware.net/dicas/power-over-ethernet.html
Tudo começou com projetos artesanais, que utilizavam os dois pares de fios não usados para transmitir dados (em redes de 100BaseT, de 100 megabits) nos cabos de par trançado cat-5 para enviar corrente elétrica para dispositivos do outro lado do cabo, eliminando a necessidade de usar uma fonte de alimentação separada. Com o passar do tempo, a idéia acabou pegando e deu origem ao padrão IEEE 802.3af, ratificado em 2005, que já é suportado por diversos produtos.
No padrão, dois dos quatro pares de fios do cabo de par trançado são utilizados para transmitir uma corrente com tensão de 48 volts e até 400 mA o que, depois de descontadas todas as perdas, resulta em uma capacidade de fornecimento de até 12.95 watts. A energia é suficiente para alimentar a grande maioria dos pontos de acesso, telefones VoIP e outros dispositivos menores ou até mesmo um notebook de baixo consumo.
Um sistema especial de modulação permite que os dois pares que transmitem energia sejam usados também para transmitir dados, o que permite o uso em conjunto com dispositivos Gigabit Ethernet. A tecnologia não é muito diferente da utilizada desde o início do século passado no sistema telefônico, que também transmite uma corrente com tensão de 48 volts (usada para alimentar o aparelho) juntamente com o sinal de voz.
Existem duas opções para utilizar o PoE. A primeira é utilizar um conjunto de injector (injetor) e splitter (divisor) posicionados entre o switch e o dispositivo que vai receber energia. O injetor é ligado na tomada e "injeta" energia no cabo, enquanto o splitter separa a corrente elétrica do sinal de rede, oferecendo dois conectores ao dispositivo: um conector de rede e um conector de energia, ligado no lugar da fonte:
Usar o injetor e o splitter é a solução mais simples, já que você não precisa mexer no resto da estrutura da rede, mas não é necessariamente a mais barata, já que você precisa comprar dois dispositivos adicionais para cada aparelho que precisar receber energia.
A segunda solução, mais viável para situações em que você queira usar o PoE para vários dispositivos é usar diretamente um PoE switch (um switch Ethernet capaz de enviar energia em todas as portas) e apenas pontos de acesso e outros dispositivos compatíveis, eliminando a necessidade de usar injectors e splitters:
O switch é capaz de detectar se o dispositivo ligado na outra ponta do cabo suporta ou não o PoE, o que é feito medindo a resistência. Só depois de detectar a presença de um dispositivos compatível é que ele inicia a transmissão de corrente. Isso permite que você conecte também dispositivos "normais" ao switch, sem risco de queimá-los.
É possível ainda usar soluções híbridas, combinando um ponto de acesso (ou outro dispositivo) com suporte nativo ao PoE com um switch comum. Nesse caso, você precisa apenas do injetor (os mais baratos custam a partir de US$ 20 no exterior), já que o dispositivo recebe a corrente diretamente, através do cabo de rede.
Os pontos de acesso com suporte a PoE estão se tornando cada vez mais comuns. Externamente, não existe nada que diferencie um AP com suporte a PoE de um tradicional, é necessário pesquisar nas especificações.
Atualmente, o PoE é usado basicamente para alimentar pontos de acesso instalados em locais inacessíveis, mas uma nova versão do padrão pode aumentar sua área de atuação. O padrão IEEE 802.3at ou PoE+, em desenvolvimento desde 2005 (http://www.ieee802.org/3/at/) aumentará a capacidade de transmissão para até 60 watts, o que permitirá que o PoE seja usado para alimentar notebooks ou até mesmo PCs de baixo consumo, o que pode levar a uma pequena revolução, já que os equipamentos receberão energia já estabilizada e convertida para DC diretamente através do cabo de rede, sem necessidade de utilizar uma fonte de alimentação externa, como atualmente.
http://www.guiadohardware.net/dicas/power-over-ethernet.html
Calculo dos "Host IDs" para a sub-rede?
Se já definiu as network IDs então já tem definidas as Host IDs para cada sub-rede. O resultado de cada valor incremental indica o inicio de cada conjunto de Host IDs para a sub-rede.
Para calcular o numero de computadores (hosts) por cada sub-rede:
1. Calcule o numero de bits disponíveis para o Host ID. Por exemplo, para um endereço de classe B que usa 16 bits para a Network ID e 2 bits (emprestados) para a Subnet ID, sobra-nos 14 bits (6 + 8) para o Host ID.
2. Converter o valor binário para decimal. Por exemplo para o caso de termos 14 bits para os Host IDs, seria 1111 1111 1111 = 16.383 computadores.
3. Subtrair 1.
Outro processo de calcular o numero máximo de computadores seria sabendo o numero de bits usados para o Host ID. 2 elevado ao n.º de bits usados no Host ID - 2.
Para calcular o numero de computadores (hosts) por cada sub-rede:
1. Calcule o numero de bits disponíveis para o Host ID. Por exemplo, para um endereço de classe B que usa 16 bits para a Network ID e 2 bits (emprestados) para a Subnet ID, sobra-nos 14 bits (6 + 8) para o Host ID.
2. Converter o valor binário para decimal. Por exemplo para o caso de termos 14 bits para os Host IDs, seria 1111 1111 1111 = 16.383 computadores.
3. Subtrair 1.
Outro processo de calcular o numero máximo de computadores seria sabendo o numero de bits usados para o Host ID. 2 elevado ao n.º de bits usados no Host ID - 2.
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